Disse Luís Duque, após o jogo. Mas, na verdade, a má arbitragem de Jorge Sousa (a fazer lembrar outras más arbitragens, das quais, obviamente, ninguém do Sporting se queixou) foi a melhor coisa que podia acontecer aos dirigentes leoninos, pois deixou-lhes a única fuga possível da triste realidade de o Sporting ter criado a primeira (e única) verdadeira situação de golo, de bola parada, aos 80 minutos. Uma equipa que joga assim tão pouco queria chegar a outro resultado como?
O Porto teve uma entrada arrasadora. Jackson marcou, de calcanhar, um golo que pagou o bilhete, depois de já ter falhado na cara de Rui Patrício. A partir daí o jogo caiu na monotonia. O Sporting conseguiu ter mais bola nos pés, mas nada de relevante fez com ela. O Porto, mesmo em ritmo de passeio, mesmo sem Varela (de regresso à banalidade - com Kelvin e Iturbe à espera de uma oportunidade) e com Lucho muito abaixo do que sabe fazer, nunca passou por grandes apuros e teve mais três boas oportunidades de golo (Lucho, Otamendi, Mangala). Menos do que eu gostava de ver, mas mais do que suficiente para justificar a vitória.
littbarski
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segunda-feira, outubro 08, 2012
sábado, abril 11, 2009
Sporting à batatada
A sério, onde é que andaram estes tipos nos últimos anos? Pedro Souto diz que Luís Duque gosta das suas ideias e parece que só se candidata se Soares Franco, Ribeiro Telles e Bettencourt não avançarem, pelo menos é o que diz Pedro Sousa Moraes que gosta de Dias da Cunha e de João Rocha, mas não gosta de Soares Franco, que afinal, e apesar de não ser candidato, defende a honra dizendo que não é cobarde e que vai debater com Dias da Cunha, outro que não é candidato, pelo que pergunto, vão debater o quê? Disto tudo percebe-se que, no Sporting, o que é importante é ter um padrinho e o que realmente importa é saber o que pensam os padrinhos.
master kodro
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