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quinta-feira, outubro 07, 2010

Izmailov

Se é verdade que o comportamento de Izmailov na imprensa - ou do seu empresário, o sr. Barbosa - é tão condenável como a atitude de Costinha quando o atacou em público, convém lembrar o seguinte:

- o russo ainda não jogou esta temporada, foi operado e não treinará durante três meses; ou seja, são oito meses de paragem para quem alegadamente fingiu ter medo de agravar a lesão.

- de acordo com a comunicação social, Costinha disse à época, no balneário, que com ele Izmailov não jogaria mais no Sporting, algo que o próprio Costinha, se não estou em erro, se apressou a desmentir; o episódio Atlético Madrid ocorreu a 18 de Março e o último jogo do russo aconteceu a 2 de Maio, em Alvalade, com a Naval. Depois, não voltou a calçar.

É por estas e por outras que os adeptos desconfiam.

kovacevic

Quatro dias depois do primeiro jogo oficial da temporada (vitória 1-0 na Dinamarca sobre o Nordsjalland) revelei aqui no 442 o meu espanto relativamente ao entusiasmo em redor da equipa. No texto defendia que entre saídas e entradas o plantel estava na mesma, com excepção de Evaldo ser melhor do que Grimi, não existindo, por isso, qualquer garantia de melhoras. As reacções na caixa de comentários foram essencialmente no sentido contrário: o Sporting aparecia claramente num nível superior. Perante a classificação actual, gostava de saber se os que então comentaram (Pipos, Rui Coelho, LMGM, Francisco, entre outros) mantêm a mesma opinião, e, já agora, o que sugerem para o futuro e que mensagem esperam ouvir de JEB, logo à noite, na Grande Entrevista da RTP.

domingo, novembro 15, 2009

Desilusão (mais uma)

Tinha escrito uma entrada mais amarga, mas, reposta alguma calma, resolvi editá-la, mantendo o essencial da ideia:

- Não espero nada da contratação de Carlos Carvalhal, que me parece mais um inacreditável exemplo de falta de exigência em Alvalade

- Acho que Carvalhal não tem nem a personalidade nem o carisma nem o estilo de jogo para amparar a queda do Sporting e certamente não tem os resultados que justifiquem ser contratado por um dos três grandes de Portugal

- Para que se perceba: Carlos Carvalhal não chegou ao fim do contrato em cinco dos seis clubes que treinou desde 2004. Foi substituído em Belém, foi substituído em Braga, foi substituído em Aveiro, foi substituído na Grécia. E foi substituído no Funchal, há seis semanas, após 17 jogos na liga, com 2 vitórias, 7 empates e 8 derrotas

- Em Villas-Boas é justamente a sua ausência de percurso o maior argumento para ser considerado no primeiro mundo do futebol. Dele, e da sua aura de menino-prodígio amigo de Mourinho, nunca posta à prova, espera-se (ainda) tudo; de Carvalhal, que dizer?

- Villas-Boas era um tiro no escuro, um all-in, a esperança, o sonho e a fé irracionais. Carvalhal é o reality-check, o tostão da mercearia, o modelo 3 das finanças. Não é preciso muito tempo para concluir qual deles serve melhor os interesses do Sporting, da sua equipa de futebol feita em cacos, neste momento conturbado

- José Eduardo Bettencourt, lamentavelmente, volta a desiludir também no modo como gere o processo de contratação do treinador e regressa ao ridículo ao afirmar que nunca em Villas-Boas existiu interesse, depois de um comunicado oficial do clube expressar o contrário à CMVM

- Os cargos de Sá Pinto e Salema Garção, entretanto, são outra fonte de perplexidade. É com um director do futebol profissional sem o pelouro das contratações e com um team-manager com o pelouro do secretário técnico que muda alguma coisa de fundamental na estrutura do futebol leonino?

JEB não quis, ou não pôde, desencadear a revolução que o momento pedia. Resta saber se isto é tudo o que tem para dar ou se apenas um adiamento até final da época, fruto de circunstâncias internas e externas.

kovacevic