Cinquenta minutos foi o tempo que o Porto demorou a conseguir criar uma oportunidade de golo de bola corrida. Antes disso, Mangala fez a festa: marcou, na sequência de um lance de bola parada (e com a ajuda de um adversário), para logo a seguir dar a marcar, depois de mais um bloqueio cerebral que parece ter contagiado toda a defesa portista (já vimos o mesmo de Maicon e Otamendi). Este Porto não se mexe, não tem confiança nem certeza nas suas acções, não tem identidade, não sabe a nada. E a assistir, alegremente, a tudo isto continua Paulo Fonseca. Plano B? Balão para a frente e rezar... por melhor sorte em São Petersburgo. Pode ser que Hulk se constipe.