O Porto acaba de vencer em Braga por 2-0, com um fora-de-jogo escandaloso de Hulk no primeiro golo e um penalty perdoado por mão (braço) de Guarín. Por uma questão de coerência, aguardam-se reacções de indignação de Jorge Jesus, Mesquita Machado, António Salvador (por favor não se esqueça de falar da máfia em Portugal) e dirigentes do Sporting. Também estou interessado em ouvir Rui Moreira, propondo talvez que o Porto falte ao próximo jogo como forma de protesto pelo facto de ter sido vergonhosamente beneficiado neste encontro.
katanec
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sábado, janeiro 24, 2009
segunda-feira, janeiro 12, 2009
Patético (2)
A insanidade continua. Agora é Mesquita Machado, presidente da Câmara de Braga e, muito mais importante, presidente da Assembleia Geral da FPF! O que tem a dizer alguém com um cargo tão relevante na hierarquia do futebol português? Apenas isto:
«"Acho muito bem que a direcção do clube tenha apresentado uma queixa-crime contra o árbitro. O que se passou lá foi um assalto à mão armada, um roubo, e os roubos têm que ser investigados [...]. Os erros foram premeditados." [Mesquita Machado] foi mesmo mais longe, dando a entender que o árbitro de Portalegre não terá sido a primeira escolha do Conselho de Arbitragem, acreditando terem existido "influências exteriores para que fosse aquele árbitro"».
Isto já é brutalmente grave, mas temos melhor. Como sustenta estas declarações? Não sustenta:
«O líder da Assembleia Geral da FPF não quis aprofundar as acusações, revelando ter ouvido tais informações "nos corredores, no "diz que disse", mas frisou que, "pelos vistos, essas suspeitas tinham fundamento". Além disso, Mesquita Machado adiantou também que lhe transmitiram que Paulo Baptista "é um grande benfiquista" [...]».
A ver se percebi: o presidente da Assembleia Geral da FPF:
1) acusa o Benfica de ter subornado ou pressionado a Liga para que Paulo Baptista apitasse o jogo;
2) acusa o Benfica de ter comprado o árbitro;
3) baseia estas acusações gravíssimas em boatos que ouviu nos corredores.
Sinceramente, não tenho palavras.
katanec
«"Acho muito bem que a direcção do clube tenha apresentado uma queixa-crime contra o árbitro. O que se passou lá foi um assalto à mão armada, um roubo, e os roubos têm que ser investigados [...]. Os erros foram premeditados." [Mesquita Machado] foi mesmo mais longe, dando a entender que o árbitro de Portalegre não terá sido a primeira escolha do Conselho de Arbitragem, acreditando terem existido "influências exteriores para que fosse aquele árbitro"».
Isto já é brutalmente grave, mas temos melhor. Como sustenta estas declarações? Não sustenta:
«O líder da Assembleia Geral da FPF não quis aprofundar as acusações, revelando ter ouvido tais informações "nos corredores, no "diz que disse", mas frisou que, "pelos vistos, essas suspeitas tinham fundamento". Além disso, Mesquita Machado adiantou também que lhe transmitiram que Paulo Baptista "é um grande benfiquista" [...]».
A ver se percebi: o presidente da Assembleia Geral da FPF:
1) acusa o Benfica de ter subornado ou pressionado a Liga para que Paulo Baptista apitasse o jogo;
2) acusa o Benfica de ter comprado o árbitro;
3) baseia estas acusações gravíssimas em boatos que ouviu nos corredores.
Sinceramente, não tenho palavras.
katanec
Etiquetas:
arbitragem,
corrupção no futebol,
mesquita machado
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