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sexta-feira, abril 11, 2014

O que mudou entre Madrid e Sevilha?

A determinada altura do jogo de ontem, pensei que estivesse a ter algum pesadelo, durante o qual o Atlético marcava ao Porto os golos que falhou naquele início arrasador que vulgarizou o Barcelona. Depois lembrei-me que já tive esse pesadelo (e não foi só em Madrid). Entre Madrid e Sevilha, o que mudou?

Mudou o treinador, mudou o modelo de jogo, mas há coisas que se repetem e que, pelos vistos, não têm solução à vista. A equipa continua a defender de forma patética, em alguns momentos dos jogos; continua a ter muita dificuldade em sair com bola, se for pressionada (antes faltavam apoios, agora falta o quê?); continua sem um meio-campo capaz (Paulo Fonseca já saiu há mais de um mês); continua a falhar passes, cruzamentos, remates em série, não por centímetros, mas por vários metros (ontem, em 20 remates, apenas 5 foram enquadrados, 4 deles por Quaresma). Como é que isto se explica?

Lucho, não desprezando a vertente táctica do jogo, disse que, em última instância, é a cabeça dos jogadores que faz a diferença. E, assim sendo, vejo apenas uma solução para este Porto: férias. Se bem aproveitadas, como é evidente.

domingo, dezembro 01, 2013

Túnel ao fundo do túnel

Até pode ter começado por ser um problema táctico, mas neste momento é bem mais do que isso. A bola queima, os jogadores precipitam-se, perdem a cabeça, falham passes fáceis, escorregam, deixam-se enganar pela bola, falham golos de baliza aberta a um metro da mesma. A sorte não ajuda (mais duas bolas nos ferros) e nem de penalty (que não foi) o golo aparece. O Porto de Paulo Fonseca é, neste momento, um veículo descontrolado e não sei se a famosa estrutura portista chegará para pôr ordem na casa e evitar males maiores.

quarta-feira, novembro 27, 2013

Porto 1 x 1 Áustria Viena

Eu bem tento reter algo positivo do trabalho de Paulo Fonseca, mas todas as coisas boas que, apesar de não estar satisfeito, eu, ainda assim, fui tirando dos jogos com o At. Madrid, com o Zenit e de um ou outro jogo do campeonato, nomeadamente o último jogo com o Nacional, esfumaram-se, num ápice, após o jogo desta noite.

Depois do empate entre o Zenit e o At. Madrid, esperava-se um Porto motivado com a oportunidade de ascender ao segundo lugar do grupo. Em vez disso, viu-se um Porto amedrontado, inseguro, apático e incapaz de marcar a superioridade evidente que há entre os azuis e brancos e o clube que se estreia na fase de grupos da Champions, e que, apesar de ficar fora das competições europeias, se contentou com o empate (e julgo que isto diz tudo sobre o valor do Áustria Viena).

A primeira parte foi vergonhosa. A segunda trouxe um Porto a correr (mais vezes mal do que bem) atrás de um prejuízo que, apesar do golo madrugador de Jackson, se revelou irreversível.

Salva-se a Liga Europa, destino mais do que provável de uma equipa que não mostrou estofo para mais.

Quanto a Paulo Fonseca, falha o seu primeiro teste decisivo e tem cada vez menos margem de manobra. Veremos se terá tempo (e capacidade) para dar a volta por cima, num clube em que o tempo é algo demasiado caro para dar assim de barato a qualquer um.

domingo, novembro 24, 2013

Desligar os motores

Este continua a ser, quanto a mim, o principal problema do Porto, esta época: a incapacidade de se manter ligado a um jogo, do princípio ao fim. Se juntarmos a isto a falta de eficácia na finalização, a grande exibição de Gottardi (a última defesa, impossível, valeu 3 pontos: os 2 que o Porto perdeu e o que o Nacional ganhou) e mais uma asneira de Otamendi (que manchou uma boa exibição), a qual esteve na origem do lance do golo de Rondón, temos a fórmula para o empate final.

Eu calculo (olhando para as substituições efectuadas) que a intenção de Paulo Fonseca, depois do golo de Jackson (e de 50 minutos tranquilos para os azuis e brancos), fosse manter o Porto no ataque, à procura do golo que mataria o jogo (e a verdade é que Lucho o teve nos pés). Mas se a equipa dá provas repetidas de não ser capaz de corresponder, de forma continuada, às ideias do treinador, talvez, da próxima vez que o Porto estiver em vantagem, o melhor seja abdicar de um extremo (que no caso de Varela, regra geral, é abdicar de muito pouco) e reforçar o meio-campo. Não é a solução mais bonita, provavelmente o espectáculo durará menos tempo, mas talvez se guardem 3 pontos. E digo talvez porque o problema da equipa não se explica apenas com falta de condição física e de desenhos tácticos eficazes: ontem, com a corda na garganta, todos foram capazes de voltar a ligar os motores e encostar o Nacional às cordas. Infelizmente, era tarde.

segunda-feira, novembro 11, 2013

Play It Again, Sam # 135 - Parenthetical Girls

Hoje não me apetece falar de futebol e, por isso, não vou falar do pão que saltou dos pezinhos açucarados de Lucho para a boca de Jackson, nem de Fernando a encher o campo, com Defour ao lado, à frente e atrás, nem da bicicleta que Mangala foi buscar à garagem, nem das falhas de Otamendi, que já começam a enjoar. Talvez esteja aborrecido porque o registo de Paulo Fonseca já não é o espelho do de Vítor Pereira. Ou talvez me apeteça simplesmente música.

Música: "Sympathy for Spastics"
Álbum: "Privilege (Abridged)", 2013
Interpretação: Parenthetical Girls



quinta-feira, novembro 07, 2013

Dez vezes pior

Eis as tão proclamadas diferenças flagrantes, entre Vítor Pereira e Paulo Fonseca, traduzidas nos resultados dos primeiros jogos que fizeram, nas competições comparáveis (a Supertaça Europeia fica de fora, por motivos óbvios), como treinadores (principais) do Porto.

Vítor Pereira:
- Supertaça: 1 J, 1V
- Taça de Portugal: 1J, 1V
- Campeonato: 9 J, 7V, 2E, 0D
- Liga dos Campeões: 4J, 1V, 1E, 2D

Paulo Fonseca:
- Supertaça: 1J, 1V
- Taça de Portugal: 1J, 1V
- Campeonato: 9J, 7V, 2E, 0D
- Liga dos Campeões: 4J, 1V, 1E, 2D

Dez vezes pior, dizem. E devemos acreditar, sem questionar. E sem fanatismos, claro.

Vontade só não chega

Sim, é verdade que o Porto fez uma boa primeira parte, comandou o jogo, Lucho marcou o golo desejado, mas todo o esforço feito (com o previsível preço, pago mais tarde), foi deitado a perder por mais uma desconcentração defensiva que Hulk não perdoou. Na segunda parte, o Zenit ligou o turbo e Paulo Fonseca ficou a ver. Já sei que uma coisa é ter Kerzhakov e Arshavin no banco, outra é ter Licá e Ghilas, à espera de um milagre, sacrificando um médio, quando os três que havia em campo já não chegavam para as encomendas. Ficaram a nu as debilidades deste Porto: não há pernas para um jogo inteiro, não há banco (a lesão de Quintero retirou-lhe o único trunfo que havia), não há estratégia. Helton adiou as contas para mais tarde, mas depender dos outros não é a mesma coisa.

segunda-feira, novembro 04, 2013

Desculpas e choradeiras

Estás desculpado, Mangala. Um erro qualquer jogador pode cometer, e o facto de eles se repetirem, de forma distribuída, jogo após jogo, indicia que o problema é bem mais profundo do que uma pontual paragem cerebral. Além do mais, quem devia realmente pedir desculpa era quem, época após época, se preocupa mais com as oportunidades de negócio do que com a construção de um plantel equilibrado (o que depois faz com que, por exemplo, haja um central de 9 milhões de euros a jogar na equipa B, enquanto na A não há um extremo de qualidade indiscutível). Quem devia pedir desculpa era quem fica satisfeito e moralizado com exibições miseráveis, infelizmente repetidas. Esses é que deviam pedir desculpa a todos aqueles que pagam para verem tristes espectáculos como o dos primeiros 45 minutos no Restelo.

Acho muito curiosa a teoria de que com o treinador do 4.º classificado do campeonato saudita tudo seria diferente. Para quem já não se lembra, estamos a falar do treinador que, na sua segunda época no Porto, primeira como treinador principal, cometeu a proeza de ser eliminado da fase de grupos da Champions, fazendo um ponto em dois jogos com o campeão do Chipre, e que, à 18.ª jornada do campeonato, tinha o Benfica a 5 pontos de distância. Como tudo muda, em tão pouco tempo, para quem chora de saudade. Os desequilíbrios no plantel; os jogadores contrariados e que, publicamente, manifestaram vontade (ou abertura) para sair, ou que, mal sentam o cuzinho no banco, começam a pensar em outros voos; as bolas nos postes; as más arbitragens; o mau estado dos relvados e as mil e uma desculpas que serviram para justificar os insucessos do ex-treinador do Porto, agora, valem zero. Paulo Fonseca não tem clube de fãs. O que é compreensível, diga-se. Incompreensível é a choradeira.

domingo, novembro 03, 2013

Mangala 1 x 1 Mangala

Cinquenta minutos foi o tempo que o Porto demorou a conseguir criar uma oportunidade de golo de bola corrida. Antes disso, Mangala fez a festa: marcou, na sequência de um lance de bola parada (e com a ajuda de um adversário), para logo a seguir dar a marcar, depois de mais um bloqueio cerebral que parece ter contagiado toda a defesa portista (já vimos o mesmo de Maicon e Otamendi). Este Porto não se mexe, não tem confiança nem certeza nas suas acções, não tem identidade, não sabe a nada. E a assistir, alegremente, a tudo isto continua Paulo Fonseca. Plano B? Balão para a frente e rezar... por melhor sorte em São Petersburgo. Pode ser que Hulk se constipe.

segunda-feira, outubro 28, 2013

Vitamina L

Ao contrário do que eu já ouvi e li depois do jogo, não acho que os Leões tenham saído do Dragão com o seu estatuto - de equipa que entra nas contas pelo título - reforçado (nem acho justo que se exija isso a quem não tem os mesmos recursos que os seus concorrentes, mas isto já era outra conversa). O Sporting é tão candidato agora como era antes do jogo.

Quem está, de facto, preparado para essa luta, não fica 45 minutos à espera de uma oferta do adversário para criar perigo. Se o Porto não jogou grande coisa, o Sporting jogou pior. É verdade que cresceu na segunda parte, mas isso é o que tem acontecido com todos os adversários do Porto, nos últimos tempos. Marcou, mas vacilou logo a seguir, perante a imediata resposta portista. Falhou em momentos decisivos. Tornou-se na presa perfeita de uma equipa com uma evidente crise de identidade e de confiança, consequência (e causa) dos últimos resultados negativos.

Se este suplemento é o suficiente para alavancar este Porto de Paulo Fonseca, é o que veremos já a seguir.

domingo, outubro 27, 2013

quarta-feira, outubro 23, 2013

Defour, um acto de coragem

Hoje acordei com esta: «o treinador foi corajoso porque retardou a entrada de Defour». A sério? Depois de perder em casa, com o At. Madrid, o treinador deveria ter trocado Jackson pelo belga e abdicado da vitória (e, provavelmente, antecipado a derrota), logo aos 6 minutos. É isso? E quando assistiu, ou melhor, resistiu ao crescimento do Zenit, já na segunda parte, também foi por coragem?

Paulo Fonseca não age nem reage em tempo útil. Perde-se em indecisões e, quando decide, joga quase sempre pelo seguro. Trocar Licá por Varela, Josué por Defour e meter Ghilas quando o jogo está perdido (vá lá, desta vez conseguiu colocá-lo em campo, antes do minuto 90) não é revelador de coragem. Coragem seria lançar Quintero ou Ricardo, mesmo em inferioridade numérica.

Muito me custa olhar para um onze de tantos milhões e não ver um único jogador capaz de sozinho desequilibrar uma partida. Um jogador cerebral como James ou rápido, para o contra-ataque, forte nos lances individuais, e que ontem tinha feito tanto jeito. Iturbe foi embora. Atsu foi embora. Quintero não joga. Têm deficiências defensivas, dizem. Pois, vão dizer isso a Hulk...

terça-feira, outubro 22, 2013

Por linhas tortas

Pois é, o Porto guarda o melhor futebol para a Champions, mas é traído pela sorte e por um disparate de Herrera.

Mesmo com 10, a equipa fez uma primeira parte de bom nível (Fernando fez uma exibição perfeita), superiorizou-se ao Zenit e Lucho estourou no poste a hipótese do Porto sair para o intervalo a vencer. Na segunda parte, veio a erosão do tempo com menos um para lutar, das investidas e dos mísseis de Hulk (que estranho é vê-lo do outro lado), mas também uma bola de Varela desviada pela barra. O nulo, dadas as circunstâncias, não era mau nem rematava mal a história do jogo.

Mas há alguém que não dorme. Aquele golo aos 86 minutos, após um cruzamento teleguiado de um daqueles jogadores que tão pouco agradam a quem passa dia e noite a fazer contas aos equilíbrios defensivos, é uma mensagem dos céus para uma só pessoa, que gere com preguiça, sem rasgo de audácia, que está sempre atrás dos acontecimentos, que se contenta com nada. Pois que se console, agora, com a injustiça que é perder no jogo errado.

domingo, outubro 20, 2013

B's? Não, suplentes de equipas milionárias

Benfica e Porto jogaram com onzes de plantel principal, com um ou dois salpicos dos B, e ganharam por 1 ao Cinfães e Trofense, respectivamente. Depois destas pobres exibições, todas as capas dos jornais glorificam Ivan Cavaleiro, naquilo que começa a ser um caso de estudo para as faculdades de medicina nacionais.

ps - o Vitória ganhou confortavelmente em Fátima, com bis de Russi. Até o Russi bisa...

Excelente?

Paulo Fonseca acha que sim, e eu acho que está tudo dito sobre o grau de exigência do treinador do Porto. O jogo foi um bocejo e terminou com o Tricampeão Nacional atrapalhado com a vantagem mínima. Em casa, contra o último classificado da segunda liga. Ainda assim, gostei das exibições de Ricardo, que (nem sempre bem) foi quem mais agitou o jogo, e de Fernando, para quem não há competições de primeira nem de segunda.

PS - Futebol a sério, em França e em Inglaterra. Uma delícia.

domingo, outubro 06, 2013

Um Juan em Arouca, outro em Verona

Quem também está a ser guardado (para quem o quiser levar) é Iturbe. Vi-o, esta tarde, no campeonato tacticamente mais disciplinado do mundo, ser o homem do jogo (palavras do comentador), depois de marcar o seu segundo golo (só possível, segundo me contaram, em campeonatos subdesenvolvidos, como o argentino) em dois jogos como titular e de assistir Luca Toni, para o terceiro do Hellas, em Bolonha. Lembrei-me dele, nos 90 minutos em que Varela e Licá disputaram, entre os dois, o título de pior em campo, em Arouca (teve de ser Otamendi, por um acaso posicional, a fazer o que os dois extremos nunca conseguiram). Aquilo que foi acrescentado no meio, com a entrada de Herrera, foi subtraído nas alas. O resultado foi a mesma zona exibicional cinzenta onde o Porto joga, a maior parte do tempo, e que os golos de Jackson vão conseguindo disfarçar. Como Paulo Fonseca continua satisfeito com aquilo que vê, não deve haver novidades tão cedo.

quarta-feira, outubro 02, 2013

Eis o balde de água fria

Há algum tempo que os portistas contavam com um balde de água fria. O que, se calhar, não esperavam era que ele chegasse assim, de forma cínica, injusta, porque o Porto nunca foi inferior ao Atlético (e foi bastante superior, nos primeiros 30 minutos) e acabou perdendo por erros próprios, nomeadamente de Helton, que voltou a falhar na Champions, e por outros que certamente não farão manchetes em Espanha nem levarão árbitros a jantar com dirigentes na Marisqueira de Matosinhos, porque, como é sabido, sempre que o Porto é prejudicado pela arbitragem, é porque errar faz parte da condição humana. O Atlético leva 2 pontos caídos do céu e deixa-me uma convicção: este Porto pode perfeitamente ganhar em Madrid. Mas para que isso seja relevante, é preciso marcar posição contra um Zenit que precisará mais de pontuar no Dragão do que esperava, antes do jogo em casa com o Áustria Viena.

domingo, setembro 29, 2013

Taça da Liga Xanana # 2 | Porto x Atletico Madrid

Data: terça-feira, 1 de Outubro, 19:45
Resultado: POR ( x ) ATM
Marcador:

Classificação após TLX # 1

5 daniel santos; master kodro
4 luchugo
3 xanana; unas; littbarski;
2 hélder brito; zemis
1 luissm; carlos; margarida martins
0 n; pipolinus
-1 juzenani; gil von doellinger; riga; bernardino moreira; one82; tomé silva

sábado, setembro 28, 2013

Parabéns, Porto

Paulo Fonseca disse, no fim do jogo com o Vitória, que o Porto geriu bem a vantagem. O problema, para além do perigo que seria gerir uma vantagem mínima, é que o Porto começou a gerir a vantagem, quando ela ainda não existia... O Porto não fez uma excelente primeira parte, fez 30 minutos competentes, criando várias situações de golo, e merecia, não os 3-0 que Paulo Fonseca reclama (porque Douglas também joga), mas o golo que foi negado a Jackson pelo poste. Depois da meia hora inicial, a equipa desligou-se do jogo e, excepção feita a um lance individual de Josué, já no minuto 90, não voltou a construir uma jogada digna de registo. Esta equipa parece, aliás, gerida por um interruptor. A determinada altura, alguém desliga a equipa no interruptor (se se lembrou de a ligar) e não há mais futebol para ninguém. Foi assim nos últimos quatros jogos. Valeu à «excelente» exibição e à «boa» gestão um erro do árbitro. Os 120 anos de história do clube não mereciam uma prenda tão embaraçosa.

PS - Vejam a diferença de tratamento (Estoril x Porto em Record, A Bola; Porto x V. Guimarães em Record, A Bola). Não é só o Benfica que vende...

sexta-feira, setembro 27, 2013

Abdoulaye, (Miguel Rosa), choradeiras e um penalty inacreditável

Bola e erro Só vi a primeira parte em directo e não tenho dúvidas que o Porto, com Quintero (e Lucho e Josué) joga um futebol com que os outros só se atrevem a sonhar. O Vitória só cheirou a bola e Douglas fez um conjunto de defesas de grande qualidade. A verdade é que o Vitória tem o direito a empatar, mesmo não jogando a ponta de um corno. O penalty assinalado por Pedro Proença é um erro tão grande que nem deixa margem para discussões. Ficamos por saber como seria o resto do jogo a partir do minuto 51 (é esta parte que costuma falhar nas análises - parvas - das "ligas da verdade"). Mas agora Paulo Fonseca também merece uns parabéns como os que endereçou na jornada passada.

Encostados Ainda agora começou o campeonato e os mesmo de sempre continuam a usar as mesmas artimanhas. São umas lesões misteriosas que aparecem com frequência por estas alturas. Não se querendo mexer na lei e impedir que estas coisas aconteçam, os clubes que recebem os empréstimos continuam a insistir em cavar distâncias. A má fé está do outro lado, mas a voluntaridade em valorizar activos dos outros e desvalorizar os próprios, em permitir que se jogue inferiorizado é uma escolha dos dirigentes dos clubes menos abastados. Mas parece que não há volta a dar a estas mentalidades.