Em comparação com o jogo da primeira jornada do campeonato, entre os dois Vitórias, o sadino evoluiu e o vimaranense regrediu. Contudo, a vitória na partida e a passagem aos quartos-de-final da Taça foi nossa. Mas o que interessa é ganhar, não é? Eh pá, não. Só ganhar interessa a quem gasta 70 milhões de euros em contratações em época e meia ou a quem forma Futres, Figos e Ronaldos. Nós não corremos, normalmente, por títulos, a não ser que nos deixem, portanto o que queremos é bom futebol. Queremos deixar essa marca. E com o bom futebol vêm os bons resultados. E mesmo quando não vêm, não há grande problema no caso do Vitória, porque com mau futebol os resultados são quase sempre maus. Portanto, eu quero mais do que isto, embora esteja satisfeito com a vitória, como é óbvio. É que só isto não chega.
master kodro
12 comentários:
"Nós não corremos, normalmente, por títulos"
Pois... mas se ganharem mais dois jogos aos trambulhões estão no Jamor e isso é capaz de ter alguma importância na história do Vitóra... digo eu!
Já agora, o Flavio fez questão de apontar um aspecto onde claramente fica ganhar à concorrência...
Só ganhar interessa a quem gasta 70 milhões de euros em contratações em época e meia ou a quem forma Futres, Figos e Ronaldos.
:)
leão, queres fazer depender a presença do Vitória no Jamor da sorte numa bola parada em mais dois jogos? Eu não. O post é sobre isso.
Oh master eu quero la saber se jogamos bem e... perdemos. Sei bem que todos nós gostamos e exigimos bom futebol, mas se calhar é por isso que no nosso palmarés apenas temos uma supertaça...
Chega de lirismos, quero é conquistas.
Não me importo nada de ganhar a Taça a jogar assim. Não festejaria menos.
O pior é que não ganhas nada a jogar assim, Pedro.
Mk,
Se falares em relação ao campeonato, eu concordo. Para a Taça, a 2 jogos do Jamor, o Vitória está agora mais dependente do sorteio do que qualquer outra coisa.
Lá está, leão: eu não quero depender de uma bola de um sorteio nem de uma bola parada para ganhar jogos. Quero depender da qualidade do futebol que praticámos, por exemplo, no ano passado, com este mesmo treinador.
Pois... se calhar sou eu que sou um pouco ceptico em relação às potencialidades do Vitória.
Para mim (só para mim!), este Vitória fraquinho está muito mais próximo do Jamor se calhar com o Valdevez em casa do que o fantástico do ano passado a jogar no Dragão.
Leão, vamos lá ver se nos entendemos. Claro que um bom sorteio facilita, mas não resolve. A jogar mal até com o Valdevez podemos perder. Calha o Valdevez, ganhamos com um golo de canto e depois? Calha o Estrela nas meias, com sorte eles não aparecem, se aparecerem ganhamos com um golo de canto e depois? A final. Com o Leixões, claro. Porque o Porto vai perder até lá, porque só nós é que ganhamos com golos de bola parada.
Isto não é um plano. E não é, definitivamente, o plano que quero para o Vitória.
Que jogar bem (não é bonito, é bem) é a única garantia de vitórias no longo prazo, de acordo.
O que me parece que estas a confundir é que a Taça não é nesta fase uma prova de longo prazo. Estar a 180 minutos de uma final histórica é mais importante, para a prova em si, do que estar a jogar bem.
"Não é bonito" refere-se a quê? Outra coisa, à final já chegámos. Só nunca ganhámos. Portanto, esperas que ganhemos três jogos, 270 minutos, a jogar mal, dependendo da sorte no sorteio e das bolas paradas? Eu só te estou a dizer, desde o post, que não compro esse plano. Quero outro.
"à final já chegámos"
4 vezes em 70 anos. A última há mais de 20. Chegar lá, para o palmarés do Vitória, é por si só extraordinário
Enviar um comentário