Deu para testar um trio atacante novo (com os 22 anos de Schurrle, os 23 de Reus e, mais tarde, os 20 de Gotze, enquadrados pelo eterno Klose) e para continuar a dominar, atacando velozmente, a um ritmo avassalador, parecendo fácil aquilo que esta gente consegue fazer a quase qualquer equipa. Mais impressionante ainda é a facilidade com que a Alemanha se regenera, gerando novas fornadas de jogadores extremamente talentosos e guiados por uma mesma visão colectiva que é extremamente rara de encontrar no futebol mundial, ainda mais quando estamos a falar de uma equipa tão jovem. Tenho a impressão que o primeiro drible exagerado foi de Ozil e já tinha passado o minuto 70, mas posso estar a exagerar.
master kodro