Tudo foi aparentemente fácil até aos 0x2, com Soudani a querer mostrar-se para ver se vale, finalmente, os 600.000 mil que (não) pagámos por ele. Mas o Olhanense acordou e fez mais do que o suficiente para reclamar muito mais do que uma derrota - excepto na hora de acertar na baliza. Um erro do fiscal de linha tirou um golo ao Olhanense - um erro compreensível, porque num segundo o atacante passa de estar em jogo para estar 2 metros à frente de toda a gente e com 2 companheiros em posição irregular, mas ainda assim um erro - e o Vitória continua na luta pelo quinto lugar.
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terça-feira, abril 23, 2013
sábado, março 16, 2013
Luiz Carlos: do Paços para Braga
Não tinha dado pelo anúncio durante a semana, mas ouvi-o durante o Olhanense 1 x 2 Paços de Ferreira, que acabou há momentos, quase ao mesmo tempo de um passe disparatado do médio brasileiro. Redimiu-se - em grande - na excelente assistência para o segundo de Manuel José. O Braga continua a dominar a pesca intermédia caseira.
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domingo, fevereiro 24, 2013
E se fôssemos caçar fantasmas?
Quando Jackson falhou aquele penalty à Panenka, caiu entre os portistas uma sensação de déjà-vu: o Rio Ave utilizava a fórmula que melhor parece resultar no Dragão (defesa cerrada e contra-ataque rápido) e que o Olhanense já tinha usado, o tempo passava e a inspiração tardava a chegar à equipa portista. Como se não bastasse o fantasma recente da equipa algarvia, Braga trouxe a má memória de um distante Porto 2 x 3 Leixões, fazendo, com uma facilidade estonteante, o golo dos vilacondenses, isto depois de Bebé e Ukra já terem posto a cabeça em água a Danilo e Quiñones.
As coisas não estavam a correr bem e é nestas alturas que se percebe a importância de um capitão como Lucho: primeiro, fazendo soar o toque de despertar, com um remate a uns bons 30 metros da baliza que Oblak defendeu, e, depois, oferecendo a Jackson a oportunidade de se redimir do penalty falhado e de reencontrar o caminho do golo (após assistência de um James ainda à procura da melhor forma) e de uma vitória tão difícil quanto justa.
Ganham-se (e perdem-se) campeonatos assim. Para Alvalade espero, obviamente, mais.
As coisas não estavam a correr bem e é nestas alturas que se percebe a importância de um capitão como Lucho: primeiro, fazendo soar o toque de despertar, com um remate a uns bons 30 metros da baliza que Oblak defendeu, e, depois, oferecendo a Jackson a oportunidade de se redimir do penalty falhado e de reencontrar o caminho do golo (após assistência de um James ainda à procura da melhor forma) e de uma vitória tão difícil quanto justa.
Ganham-se (e perdem-se) campeonatos assim. Para Alvalade espero, obviamente, mais.
segunda-feira, fevereiro 11, 2013
Excesso de confiança (ou falta de fiabilidade)
Há uma coisa da qual, infelizmente, o Porto de Vítor Pereira ainda não se conseguiu livrar: a tendência para falhar, quando menos se espera. De nada vale andar a triturar adversários, se a seguir não se for capaz de vencer, em casa, uma equipa que luta por não descer de divisão, com a agravante de se desperdiçar a oportunidade de ficar isolado na frente, depois do empate do Benfica na Madeira. Resumindo, a equipa ainda não é fiável (ou, pelo menos, tão fiável como se deseja).
Claro que podemos lamentar as várias oportunidades de golo falhadas, uma delas de penalty. Mas essas oportunidades surgiram, na sua maioria, de forma atabalhoada, de lances de bola parada ou de ressaltos. O golo de Jackson surgiu assim. Não houve a organização ofensiva necessária para desfazer a teia defensiva do Olhanense. Sentiu-se, pela primeira vez, desde as suas ausências, a falta de James e de Atsu, jogadores que poderiam desequilibrar nas alas e oferecer mais amplitude ao ataque portista, algo que Varela (desastrado) e Sebá não conseguiram (e muito menos Izmailov, que não é extremo). A juntar a isto houve ainda a facilidade com que a equipa de Cajuda conseguiu sair para o contra-ataque. Targino correu mais de meio campo sem oposição, antes do remate para para o golo forasteiro, e Helton compensou duas vezes o desacerto do Porto também na defesa, evitando males maiores.
Até pode ter sido só um acidente de percurso. Mas decerto que a confiança, nas hostes portistas, já não é a mesma.
Claro que podemos lamentar as várias oportunidades de golo falhadas, uma delas de penalty. Mas essas oportunidades surgiram, na sua maioria, de forma atabalhoada, de lances de bola parada ou de ressaltos. O golo de Jackson surgiu assim. Não houve a organização ofensiva necessária para desfazer a teia defensiva do Olhanense. Sentiu-se, pela primeira vez, desde as suas ausências, a falta de James e de Atsu, jogadores que poderiam desequilibrar nas alas e oferecer mais amplitude ao ataque portista, algo que Varela (desastrado) e Sebá não conseguiram (e muito menos Izmailov, que não é extremo). A juntar a isto houve ainda a facilidade com que a equipa de Cajuda conseguiu sair para o contra-ataque. Targino correu mais de meio campo sem oposição, antes do remate para para o golo forasteiro, e Helton compensou duas vezes o desacerto do Porto também na defesa, evitando males maiores.
Até pode ter sido só um acidente de percurso. Mas decerto que a confiança, nas hostes portistas, já não é a mesma.
segunda-feira, dezembro 10, 2012
O tridente
Atacante, português, com uma média de idades de 21 anos (Marco Matias-Ricardo-Amido Baldé), com Toscano a orientar, bateu o Olhanense por 2x0, com a preciosa ajuda de Douglas que defendeu mais um penalty. Nem tudo vai bem, mas chega, aparentemente.
master kodro
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segunda-feira, outubro 08, 2012
Play it Again Sam # 116 - James
Foi um fim-de-semana de loucos, especialmente hoje. Tivemos um vibrante Messi 2 x 2 Ronaldo; um louco Braga 4 x 4 Olhanense; duas reviravoltas vitorianas na equipa principal e na B; um Leixões 4 x 3 Naval; até o José Fonte marcou dois golos na Premier League; e o dia acabou com aquele golo de Jackson Martinez. Foi dia do golo.
Música: Goal, Goal, Goal
Interpretação: James
master kodro
Música: Goal, Goal, Goal
Interpretação: James
master kodro
domingo, setembro 02, 2012
Olhanense 2 x 3 Porto
Vítor Pereira não esperou pelo intervalo para enviar a mensagem aos jogadores: era pouco. Lucho, Hulk e Jackson tiveram o golo nos pés, mas faltava dinamismo e o Olhanense já vencia, desde os 13 minutos - aproveitando o corredor aberto por Alex Sandro e a falha na dobra de Maicon, Luis Filipe cruzou e Abdi fez o resto. Estes 9 minutos extra que James levou para o relvado, antes do intervalo, foram utilizados assim: aos 38 minutos isolou Moutinho e aos 43 marcou, fazendo o chapéu a Ricardo. Tempo é dinheiro e aos 22 segundos da segunda parte Jackson cabeceou ao poste, depois de um cruzamento de Hulk. Estava escrito o que aconteceria 3 minutos depois: passe de James a isolar Jackson e desta vez o colombiano não falhou. Hulk, que passou uma boa parte do jogo a ser assobiado por culpa própria, procurava insistentemente o golo e acabou por consegui-lo - uma bomba, como não podia deixar de ser. A equipa de Sérgio Conceição não se rendeu e Targino ainda conseguiu reduzir, mas a vitória estava entregue. Bem entregue.
littbarski
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