Na impossibilidade de fazer a festa portuguesa (e era tão difícil, que bastava ganhar um de dois jogos a Israel ou não perder pontos com a Irlanda do Norte...), valem-me os filhos de Kodro com uma qualificação quase perfeita, a deixar a Grécia nos playoff e com o quarto melhor ataque da qualificação europeia, num grupo mais difícil do que o nosso.