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quarta-feira, abril 24, 2013

Com João Capela é limpinho

Ponto prévio: eu acredito em coincidências. João Capela apitou 8 jogos oficiais do Benfica, que valeram 7 vitórias e 1 empate aos encarnados e uma diferença de golos de 15-0. Sim, em 8 jogos apitados por João Capela, o Benfica não sofreu qualquer golo. Não consigo imaginar porquê.

segunda-feira, abril 15, 2013

O regresso à arbitragem no 442

Nas minhas condições, obviamente, que estão sempre relacionadas com as regras e respectivas interpretações, com os ângulos completamente desfocados dos interessados que, na esmagadora maioria (sim, muito provavelmente estou a  falar de ti que estás a ler neste momento), são completamente incapazes de distinguir regras, de interpretações, de posições, de repetições ou de direitos divinos ao benefício. Nunca do ponto de vista de terem sido acções propositadas e previamente planeadas, por mais que pareça que o foram, com o intuito de prejudicar este ou aquele clube, de preferência o meu, que é o mais roubado de todo o mundo e de todos os tempos e é perseguido, desde que foi fundado, por ladrões nacionias e internacionais cuja única razão de existirem é prejudicá-lo.

O lance, entre Ba e Mossoró, é o penalty assinalado por João Capela na final da Taça da Liga, que tem merecido críticas por parte de pessoas ligadas ao Porto.

Primeiro que tudo, pouca gente se importa com o que o árbitro viu, sem repetições. E o que o árbitro viu foi simples: um defesa a não tocar na bola; um avançado em corrida e em posse; duas pernas a tocarem-se, é natural que lhe parecesse ver uma rasteira. É óbvio que marcou penalty. Foi exactamente isto que se passou? Não. Ba não rasteirou ou pontapeou Mossoró, nem o empurrou com qualquer parte do corpo. Cravou um pé no chão, colocando uma perna no caminho natural de Mossoró (em direcção à bola). Como Mossoró está a jogar futebol e não está numa corrida de 110 obstáculos, não tem nada que saltar por cima de uma perna, mesmo que esta esteja parada, porque essa não tocou na bola. Se tivesse tocado, teria ganho o direito a estar ali.

Já o segundo amarelo é indiscutível: só se pode discutir se Ba não devia ter ido para a rua directamente quando levou o amarelo. Aí, discordando do(s) amarelo(s), tenho que conceder que o árbitro manteve o critério, independentemente das cores, porque na primeira parte houve dois lances para vermelho directo de jogadores do Braga que também não o viram.

Outro assunto colateral que se pode discutir é como é que um candidato ao título joga com o vencedor do Prémio Mamadu Bobó da época passada - com 4 expulsões - a titular numa final de uma competição... Mas isso é assunto para os adeptos do Porto e o seu treinador.