Não foram 3 golos em 3 oportunidades, como disse Manuel Machado (lembro-me de uma boa oportunidade de Kléber, logo aos 6 minutos, e outra de James, no final do jogo), mas é verdade que o Porto teve uma eficácia bem razoável, tanto pelo que produziu em termos ofensivos, com Atsu em destaque, com duas assistências para golo - um deles magnífico, do pé esquerdo de Lucho - como pelo pouco que consentiu à equipa da casa: dois lances perigosos de bola parada e um remate de Candeias, travado por Fabiano.
Mais do que eficaz, a equipa de Vítor Pereira foi eficiente, pois conseguiu o seu objectivo gastando o menos possível (Helton e Jackson ficaram de fora; Moutinho, Danilo e James entraram na segunda parte).
Em 16 jogos, o Porto consegue 13 vitórias e 3 empates, um rendimento mais consistente do que as 10 vitórias, os 3 empates e as 3 derrotas, conseguidos nos primeiros 16 jogos da época passada, mesmo tendo em conta que por esta altura o Porto já tinha defrontado o Barcelona e o Benfica. Esta consistência reflecte-se, sobretudo, na Liga dos Campeões, onde o Porto já conseguiu o apuramento para os oitavos-de-final, e vai ser testada mais a sério nas deslocações a Braga e a Paris.
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