Quem, no primeiro dia do ano, via o campeão inglês colado ao Chelsea, a lutar pela revalidação do título, com uma vantagem confortável sobre o Manchester United (9 pontos) e o Arsenal (13 pontos), estava longe de imaginar o que viria a seguir: 3 empates e 5 derrotas, em 12 jogos, com queda para o quarto lugar. Resta saber se Old Trafford foi o rock bottom ou se a equipa de Pellegrini vai continuar a cair.
domingo, abril 12, 2015
domingo, abril 05, 2015
Lá fora
Se a um clube que tem a capacidade de trazer para o seu lado os melhores jogadores do principal rival (que depois decidem os jogos contra o ex-clube) oferecem também as principais decisões de arbitragem, não sobra nada para ninguém. Nem uma migalha de esperança. O Bayern come tudo.
Charlie Adam fez um golo que já é comparado com os melhores de sempre da Premier. Mas aquilo que importa para Mourinho ficou em casa. O título está cada vez mais perto.
Ronaldo marcou 5 na goleada do Real ao Granada. Um jogo de encher a barriga a qualquer adepto que não tenha pesadelos com o espaço que há para jogar. E espaço não faltou para as duas equipas. Nem espetáculo.
Mas ainda havia Hulk, duas vezes, na vitória do Zenit que deixa o CSKA a 8 pontos, o dobro da vantagem que não chegou na época passada, para Villas-Boas gerir nas 9 jornadas que faltam.
Charlie Adam fez um golo que já é comparado com os melhores de sempre da Premier. Mas aquilo que importa para Mourinho ficou em casa. O título está cada vez mais perto.
Ronaldo marcou 5 na goleada do Real ao Granada. Um jogo de encher a barriga a qualquer adepto que não tenha pesadelos com o espaço que há para jogar. E espaço não faltou para as duas equipas. Nem espetáculo.
Mas ainda havia Hulk, duas vezes, na vitória do Zenit que deixa o CSKA a 8 pontos, o dobro da vantagem que não chegou na época passada, para Villas-Boas gerir nas 9 jornadas que faltam.
sexta-feira, abril 03, 2015
quinta-feira, abril 02, 2015
Play It Again, Sam # 152 - The Dø
Música: "Stay (Just a Little Bit More)"
Álbum: "A Mouthful", 2008
Interpretação: The Dø
Álbum: "A Mouthful", 2008
Interpretação: The Dø
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quarta-feira, abril 01, 2015
Danilo no Real Madrid
A seguir vai Jackson e veremos se chega, uma vez que as contas são gulosas e comem cada vez mais dinheiro de transferências. Com os emprestados na corda bamba (tanto podem ficar como sair), a lo mejor, Julen, se ainda cá estiveres na próxima época, vais ter de construir outra equipa. É este o projeto?
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segunda-feira, março 30, 2015
Onde está o Fábio?
A resposta é: em todo o lado (exceto no golo de Matic, onde estava só Eliseu e no sítio errado). Olho para esta seleção e vejo o que vi na Itália, um dia antes: uma manta de retalhos, com um upgrade chamado Ronaldo, mas com uma identidade menos definida, porque apesar do resultado e de uma aposta que deu certo numa individualidade, o futebol produzido pelo conjunto continua a ser sofrível. Para a Sérvia e para a Dinamarca vai chegando. Para as seleções de topo, mesmo com o melhor do mundo num daqueles dias em que os pés estão alinhados com o novo visual, chega cada vez menos.
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quinta-feira, março 26, 2015
Play It Again, Sam # 151 - Morphine
Música: "Let's Take a Trip Together"
Álbum: "Cure for Pain", 1993
Interpretação: Morphine
Voz, bateria, baixo e os campos, dançando melancolicamente ao som de um saxofone hipnótico - a música perfeita para ir, num dia de chuva. Uma viagem interior, nostálgica, uma chuva existencial, metafísica, uma estrada virtual, sem destino, sem nada que me lembre a rotina de mais um dia, os terreais cordões que terei de apertar algures, na hora marcada. Mas não agora, com este som tão perto, tão prestes a fechar-me os olhos e a levar-me para onde os sonhos ainda não tenham sido esmagados pelas contas da vida. Encosto a cabeça, preparo-me para desligar, mas eis que se ergue perante mim uma figura minúscula: primeiro os pés, em cima do banco, depois um braço, depois o outro, como quem quer voar, um sorriso que cresce de orelha a orelha, a boca achocolatada solta uma palavra longa, que não ouço mas reconheço, reconheço aquela energia, aquele entusiasmo de criança, aquela fração de tempo que se expande no espaço infinito e contagia toda a gente. Tiro os auscultadores. Foi golo do Brahimi. E, por instantes, o céu voltou a ser azul.
Música: "You Speak My Language"
Álbum: "Good", 1992
Interpretação: Morphine
Álbum: "Cure for Pain", 1993
Interpretação: Morphine
Voz, bateria, baixo e os campos, dançando melancolicamente ao som de um saxofone hipnótico - a música perfeita para ir, num dia de chuva. Uma viagem interior, nostálgica, uma chuva existencial, metafísica, uma estrada virtual, sem destino, sem nada que me lembre a rotina de mais um dia, os terreais cordões que terei de apertar algures, na hora marcada. Mas não agora, com este som tão perto, tão prestes a fechar-me os olhos e a levar-me para onde os sonhos ainda não tenham sido esmagados pelas contas da vida. Encosto a cabeça, preparo-me para desligar, mas eis que se ergue perante mim uma figura minúscula: primeiro os pés, em cima do banco, depois um braço, depois o outro, como quem quer voar, um sorriso que cresce de orelha a orelha, a boca achocolatada solta uma palavra longa, que não ouço mas reconheço, reconheço aquela energia, aquele entusiasmo de criança, aquela fração de tempo que se expande no espaço infinito e contagia toda a gente. Tiro os auscultadores. Foi golo do Brahimi. E, por instantes, o céu voltou a ser azul.
Música: "You Speak My Language"
Álbum: "Good", 1992
Interpretação: Morphine
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segunda-feira, março 23, 2015
Notícias da Baviera
Uma boa, outra má. A boa é que a máquina alemã não é infalível, como o Borussia Monchengladbach demonstrou (eu sei, a vantagem do Bayern é tão grande, que é difícil manter os jogadores motivados e focados em todos os jogos, mas é melhor do que nada e talvez haja aqui matéria para Lopetegui estudar). A má é que, depois do que aconteceu ontem, a churrasqueira de Neuer não deve abrir tão cedo. O que é uma pena, porque frangos com esta qualidade não se arranjam todos os dias.
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El Clásico
É um pouco estranho, tendo em conta o ADN e o momento de forma das duas equipas, ver o Real Madrid a mandar no jogo e a trocar a bola no meio-campo do Barcelona, e o Barça a apostar em transições rápidas e num futebol mais direto. Mas a verdade é que foi assim que o conjunto de Luis Enrique construiu a vitória, mesmo tendo sido inferior ao seu rival, durante uma boa parte do jogo - só a partir do 2x1, o Real caiu a pique e o resultado podia até ter sido mais dilatado. Ancelotti sai de Camp Nou com este sabor agridoce: a melhor exibição dos últimos tempos não chegou para evitar nova derrocada e aliviar a pressão dos maus resultados recentes. Vida difícil para o treinador italiano.
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domingo, março 22, 2015
Mata, Mata
Depois da vitória do Chelsea no terreno do Hull City (com Courtois a dar o segundo e a tirar o terceiro aos locais), resta saber quem ocupará as restantes posições do pódio. O bis de Mata em Liverpool mantém os Devils a 2 pontos do City e daqui a duas jornadas há derby em Manchester (e logo a seguir um Chelsea x M. United).
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O roto e o nu
Vou tentar ser racional: o Porto ganhou um ponto ao Benfica e, portanto, o saldo desta jornada, no que diz respeito à luta pela liderança, é positivo. Por outro lado, perdeu-se uma grande oportunidade para fazer uma demonstração de força e passar a mensagem: se vocês falham, nós aproveitamos. Em vez disso, ficou a imagem de um Porto falível, uma equipa à qual falta algo, nos momentos decisivos. E isto retira pressão aos encarnados, apesar da derrota em Vila do Conde. Mas, voltando a ser racional, as contas do título são mais simpáticas agora do que eram algumas jornadas atrás. Continuam a ser difíceis, mas já não parecem impossíveis. Resta a esperança de que a equipa continue a evoluir e a crescer com os erros. E de que Jesus continue a distribuir presentes.
No jogo de ontem, ficou à vista a falta que Jackson faz. Aboubakar tem marcado alguns golos importantes, mas ainda está a milhas do colombiano, sobretudo nos momentos em que tem de ligar o jogo atacante da equipa. Brahimi tarda em recuperar a forma que o notabilizou no primeiro terço do campeonato e Quintero, que é um jogador que eu aprecio, não tem aproveitado as oportunidades que Lopetegui lhe tem dado. Aliás, das alterações que o treinador do Porto fez, na segunda parte, a única que teve um efeito positivo foi a de Quaresma. E se a Maicon e Danilo faltou sorte, a Lucas João faltou empurrar a bola para a baliza aberta, na melhor oportunidade do jogo, depois do empate. Portanto, nem nos podemos queixar muito.
No fim se verá a falta que fazem estes dois pontos (e os três que já tinham ficado na Madeira). Para já, uma certeza: com um pouco mais de competência, o Porto seria líder do campeonato. Com ou sem colinho.
No jogo de ontem, ficou à vista a falta que Jackson faz. Aboubakar tem marcado alguns golos importantes, mas ainda está a milhas do colombiano, sobretudo nos momentos em que tem de ligar o jogo atacante da equipa. Brahimi tarda em recuperar a forma que o notabilizou no primeiro terço do campeonato e Quintero, que é um jogador que eu aprecio, não tem aproveitado as oportunidades que Lopetegui lhe tem dado. Aliás, das alterações que o treinador do Porto fez, na segunda parte, a única que teve um efeito positivo foi a de Quaresma. E se a Maicon e Danilo faltou sorte, a Lucas João faltou empurrar a bola para a baliza aberta, na melhor oportunidade do jogo, depois do empate. Portanto, nem nos podemos queixar muito.
No fim se verá a falta que fazem estes dois pontos (e os três que já tinham ficado na Madeira). Para já, uma certeza: com um pouco mais de competência, o Porto seria líder do campeonato. Com ou sem colinho.
sexta-feira, março 20, 2015
Um velho conhecido
Não havia muito por onde escolher, mas este será, talvez, o pior adversário possível para o Porto, na medida em que joga de uma forma semelhante, mas com um modelo de jogo mais afinado e com melhores executantes. Será, porventura, uma oportunidade para Lopetegui tentar fazer aquilo que o Bayern de Heynckes fez, no confronto com o Barcelona, aceitando, desde logo, ter menos bola (uma vez que esta é uma batalha que será sempre ganha pelo adversário) e apostando num jogo mais vertical. Em todo o caso, para eliminar estes alemães, é preciso um Porto perfeito e ter a sorte de apanhar um dia mau da equipa de Guardiola. Pelo menos. E mesmo assim...
Outro confronto entre velhos conhecidos será o dérbi de Madrid. Ainda agora Ancelotti levou 4 no Calderón e metem-lhe mais dois jogos com o Atlético na agenda. Não é justo.
Outro confronto entre velhos conhecidos será o dérbi de Madrid. Ainda agora Ancelotti levou 4 no Calderón e metem-lhe mais dois jogos com o Atlético na agenda. Não é justo.
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quinta-feira, março 19, 2015
Barcelona e Juventus
Quando Messi, Neymar e Cia. abrem o livro e lhes dão espaço para jogar, é uma desgraça. Cuecas, chapéus, parábolas de um poste ao outro, houve de tudo no festival catalão. Do outro lado, houve Joe Hart, que evitou que o City fosse varrido de Camp Nou com uma goleada.
Mal chegou ao Westfalenstadion, a Juventus marcou (um golaço de Tévez). Depois sentou-se e assistiu à inoperância ofensiva do Dortmund, à espera da melhor oportunidade para lançar o contra-ataque. Não gostava que nos calhassem estes italianos, mas se me derem a escolher entre Juventus, Bayern ou Barcelona, eu faço a vontade a Leonardo Jardim.
Mal chegou ao Westfalenstadion, a Juventus marcou (um golaço de Tévez). Depois sentou-se e assistiu à inoperância ofensiva do Dortmund, à espera da melhor oportunidade para lançar o contra-ataque. Não gostava que nos calhassem estes italianos, mas se me derem a escolher entre Juventus, Bayern ou Barcelona, eu faço a vontade a Leonardo Jardim.
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quarta-feira, março 18, 2015
Descubram as diferenças
Enquanto Arsenal e Leverkusen choram os golos desperdiçados em casa e o City pensa como há-de fazer em Camp Nou aquilo que o Barcelona fez no Etihad, proponho-vos um exercício. Simples porque, pelos vistos, os lances são praticamente idênticos. Eu dou uma ajuda: aquela coisa colada ao pé de Diego não é a bola que sai da canela de Mamadou. Esta queixa-se um bocadinho mais (uma coisa mínima, quase não se nota).

segunda-feira, março 16, 2015
Lembram-se de Aimar, o Mago?
Daquela cena hollywoodesca magistralmente retratada aqui, pelo master kodro? Lembram-se de mais algum penálti assim? Quaresma também não, porque nesta coisa das decisões justas, como diz Lopetegui, uns têm mais sorte (e magia) do que outros. E, portanto, dadas as justas circunstâncias, o Porto fez o jogo possível, com o capitão portista a assumir as despesas do ataque e com Marcano a limpar as sobras de Indi, lá atrás. E houve algumas, porque o Arouca não se limitou a defender, como tinha feito o Boavista, em igual e justa situação, ou como o Braga fez, na Luz, em situação justa e inversa.
PS - Depois de tanta justiça encarnada, apeteceu-me mudar de canal, a tempo de ver isto, a carga e a recarga, a bela e o monstro, o Real Madrid.
PS - Depois de tanta justiça encarnada, apeteceu-me mudar de canal, a tempo de ver isto, a carga e a recarga, a bela e o monstro, o Real Madrid.
quinta-feira, março 12, 2015
Hallo Bayern, au revoir Chelsea
Enquanto o Bayern aproveitava a vantagem numérica para trucidar o Shakhtar e colocar o resto da Europa em sentido, o Chelsea fazia aquilo que, felizmente, o Porto não fez contra o Basileia: deixar o jogo rolar, fiado na vantagem do golo marcado fora. Aquilo a que José Mourinho chamou controlar o jogo, de repente, transformou-se nisto: o PSG virou a eliminatória e não houve tempo para mais. Mas, se houvesse, por aquilo que se viu antes, provavelmente, os franceces continuariam a ser melhores. De uma equipa de milhões, com tanta qualidade individual, pede-se muito mais. Resta saber se, depois desta eloquente lição, Mourinho vai dar.
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quarta-feira, março 11, 2015
Blackout
Não é só Ronaldo que está em blackout, é toda a equipa do Real Madrid. Ver o mesmo Schalke que na época passada levou uma real tareia a encostar os merengues às cordas e a ficar a um golo de eliminar o campeão europeu, em pleno Barnabéu, só surpreende quem não tem visto os últimos jogos dos blancos. Com o Barcelona aí à porta, Ancelotti vai precisar de mais do que dizer o que todos veem para inverter a situação. A boa notícia é que Modric está de volta.
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Play It Again, Sam # 150 - The Young Gods
Ainda bandas como os Prodigy e os Chemical Brothers andavam de um tomate para o outro, a estudarem a melhor maneira de cozinharem os ouvidos das massas, com sonoridades químicas, e já estes suíços quase deitavam o Sá da Bandeira abaixo, com a potência musical que trouxeram cá. Alguém perguntava, já meio zonzo: «Ouço guitarras. Onde estão as guitarras?» Estavam no sampler de Al Comet, dez vezes mais poderosas. A bateria era brutal e quando se ouvia a voz de Franz Treichler, o som ficava completo.
Aquilo que vimos ontem, no Dragão, foi futebol completo. Mais uma amostra do potencial que Lopetegui tem entre mãos. Não houve cá futebol para os lados nem esperas para ver o que faria o adversário, porque o 1x1 já chegava. Para a frente era o caminho, com futebol apoiado ou direto, mas sempre com a baliza nos olhos. É certo que o Basileia podia ter marcado, teve mais hipóteses para o fazer cá do que na Suíça, mas seria sempre atropelado pelo poder ofensivo portista.
Uma excelente vitória e quatro grandes golos que garantem os quartos-de-final da Champions. Em suma, um jogo para saborear, calmamente, ao som de Gasoline Man, versão acústica, que já não tenho idade para moches e porque, depois daquele concerto, qualquer versão de estúdio me parece um mero soundcheck.
Música: "Gasoline Man"
Álbum: "T.V. Sky", 1992
Interpretação: The Young Gods
Aquilo que vimos ontem, no Dragão, foi futebol completo. Mais uma amostra do potencial que Lopetegui tem entre mãos. Não houve cá futebol para os lados nem esperas para ver o que faria o adversário, porque o 1x1 já chegava. Para a frente era o caminho, com futebol apoiado ou direto, mas sempre com a baliza nos olhos. É certo que o Basileia podia ter marcado, teve mais hipóteses para o fazer cá do que na Suíça, mas seria sempre atropelado pelo poder ofensivo portista.
Uma excelente vitória e quatro grandes golos que garantem os quartos-de-final da Champions. Em suma, um jogo para saborear, calmamente, ao som de Gasoline Man, versão acústica, que já não tenho idade para moches e porque, depois daquele concerto, qualquer versão de estúdio me parece um mero soundcheck.
Música: "Gasoline Man"
Álbum: "T.V. Sky", 1992
Interpretação: The Young Gods
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domingo, março 08, 2015
Não se agarrem a mais uma expulsão
Pediu Jesus, depois da vitória do Benfica em Arouca. Realmente, o que é demais é moléstia. É que é já a décima vez (mais três, na Taça da Liga) que se agarram a expulsões de jogadores de equipas adversárias. Começa a cansar.
sábado, março 07, 2015
Real desilusão
Da máquina de triturar imparável, que venceu 22 jogos consecutivos, até à equipa amorfa, capaz de perder pontos com qualquer adversário, foi um tirinho - de cabeça, de Aduriz. A duas semanas do grande clássico espanhol, o Real oferece a liderança (que retinha desde a décima jornada) ao Barcelona e, a jogar assim, como tem jogado nos últimos tempos, com Ronaldo a perder gás, arrisca-se a ser varrido de Camp Nou.
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