"Antes do sorteio, os meus amigos diziam que queriam que Portugal jogasse contra o Brasil. Aconteceu. Sou brasileiro, o Brasil é meu país. Mas também amo e sou grato a Portugal e quero retribuir com o meu trabalho. Estarei dividido e vou procurar fazer meu trabalho", Liedson, ao Folha de São Paulo.
A julgar pelas recentes declarações, é melhor que alguém ponha rapidamente uma mordaça ao homem e lhe peça para voltar aos golos. Caso contrário, Carvalhal é mesmo capaz de lhe fazer a vontade - e talvez Queiroz volte a pensar "quem quer levar com ele para a selva".
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