Aparentemente, os alarmes soaram em casa de Abramovich na hora certa. No fim da jornada em que o Chelsea empatou em casa com o Hull (o dia em que Roman fez as malas a Scolari), os blues estavam em quarto lugar da classificação, com menos 2 pontos do que o Aston Villa, a 5 do Liverpool e a 7 do United. Pior do que isso, em todos os confrontos com adversários do seu calibre (e tiramos destas contas o Villa por razões óbvias) nunca tinham ganho: 1x1, casa, MU; 0x1, casa, LIV; 1x2, casa, ARS; 0x3, fora MU; 0x2, fora, LIV. Na Europa, para além de vencer em casa os seus adversários, só conseguiu empatar nos terrenos do Bordeaux e do Cluj e trouxe uma derrota de Roma.
Hoje, o Chelsea é terceiro, com mais 12 pontos do que o Aston Villa, menos 3 do que o Liverpool e, na pior das hipóteses, menos 7 do que o United (se os red devils vencerem a partida em atraso). E desde ontem à noite ficámos a saber que é capaz de ganhar fora a equipas "do seu campeonato", dando um passo de gigante para o apuramento para as meias-finas da Champions League (isto já depois de ter empatado no terreno da Juventus, na ronda anterior).
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quinta-feira, abril 09, 2009
quinta-feira, abril 02, 2009
Quem disse que o futebol era complexo?
As discussões sobre o estado da selecção multiplicam-se por blogues, jornais, televisão e afins. Debatem-se os maus resultados e as diversas causas dos problemas. Infelizmente, descubro agora que tudo isto é em vão. José António Saraiva falou. E afinal isto arruma-se em meia dúzia de linhas:
"Qual é o problema da equipa de Carlos Queiroz? Para o percebermos, é necessário compará-la com a de Scolari. O brasileiro seguiu duas regras básicas: formar um grupo e criar uma mística. Pegou em 16 jogadores e disse-lhes: «Vocês são a Seleção, desenvolvam essa mentalidade». Por isso Scolari era tão avesso a mudanças. Aquele era o grupo dele. Os jogadores criaram rotinas dentro e fora do campo. E, dado não jogarem todo o ano juntos, esse conhecimento mútuo era fundamental."
"Scolari criou também uma mística de Seleção. Que envolvia os jogadores e os portugueses em geral, gerando um ambiente próprio à volta da equipa. «Um grupo e uma mística» - é isto que explica os êxitos de Scolari. Ora Queiroz destruiu ambas as coisas. Convocando hoje uns jogadores e amanhã outros, não criou um espírito de grupo; e o seu discurso soit disant «científico» não chega ao coração das pessoas".
Grupo. Mística. Metam isso na cabeça. Pois...
O que é um treinador de futebol? Uma espécie de leitor d"O Segredo" misturado com aqueles senhores de abdominais tonificados do TV Shop a impingirem-nos o "Butterfly Abs". O que interessa é acreditar. Essa coisa da táctica e dos discursos científicos são um aborrecimento de todo o tamanho.
katanec
"Qual é o problema da equipa de Carlos Queiroz? Para o percebermos, é necessário compará-la com a de Scolari. O brasileiro seguiu duas regras básicas: formar um grupo e criar uma mística. Pegou em 16 jogadores e disse-lhes: «Vocês são a Seleção, desenvolvam essa mentalidade». Por isso Scolari era tão avesso a mudanças. Aquele era o grupo dele. Os jogadores criaram rotinas dentro e fora do campo. E, dado não jogarem todo o ano juntos, esse conhecimento mútuo era fundamental."
"Scolari criou também uma mística de Seleção. Que envolvia os jogadores e os portugueses em geral, gerando um ambiente próprio à volta da equipa. «Um grupo e uma mística» - é isto que explica os êxitos de Scolari. Ora Queiroz destruiu ambas as coisas. Convocando hoje uns jogadores e amanhã outros, não criou um espírito de grupo; e o seu discurso soit disant «científico» não chega ao coração das pessoas".
Grupo. Mística. Metam isso na cabeça. Pois...
O que é um treinador de futebol? Uma espécie de leitor d"O Segredo" misturado com aqueles senhores de abdominais tonificados do TV Shop a impingirem-nos o "Butterfly Abs". O que interessa é acreditar. Essa coisa da táctica e dos discursos científicos são um aborrecimento de todo o tamanho.
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domingo, março 29, 2009
Portugal 0 x Suécia 0
Custa sempre não ganhar, mas custa muito mais quando se rubrica uma boa exibição contra uma equipa de indiscutível qualidade como a Suécia (mesmo sem Ibrahimovic). Portugal foi competente na defesa e empenhado no ataque, gozando de uma série de boas oportunidades. Chegou mesmo a vulgarizar o adversário e, convenhamos, merecia ter vencido com tranquilidade.
Por que não ganhou? Ao contrário do que se lê por aí, não há uma resposta fácil. O problema da finalização é central. Uma equipa que dispõe de três ocasiões flagrantes não pode chegar a zeros ao fim do jogo. As perdidas de Ronaldo e Danny são particularmente inaceitáveis quando falamos de dois jogadores com dezenas de golos nos seus currículos. Por outro lado, Portugal tem hoje em emoção o que lhe falta em cinismo. Os ataques são feitos talvez de maneira demasiado sôfrega, sempre com coração mas com pouca objectividade. Não defendo um futebol “frio”, mas esta selecção precisa de ser mais incisiva nos seus movimentos atacantes.
Queirós cometeu todavia vários erros. Se o objectivo era colocar Danny a tabelar com os médios entre os centrais suecos (como aconteceu na segunda parte), então era preferível ter convocado Nuno Gomes, que desempenha muito melhor esse papel. Critico também a saída de Tiago, então um dos melhores jogadores, para a entrada de Deco. Queirós podia ter substituído o incipiente Meireles e arriscar a utilização simultânea dos dois criativos portugueses. Por fim, a gestão do problema do lateral-direito foi simplesmente néscia. Portugal já tinha três centrais em campo, pelo que a presença de Nélson no banco era fundamental para o caso de Bosingwa se ter lesionado (como sucedeu). Fazer entrar Rolando (e que mal jogou) e descair Carvalho para a direita foi uma solução então necessária, mas que resultou de uma má decisão inicial.
Ninguém pode estar contente com esta fase de qualificação. Dois pontos caseiros em três jogos é péssimo. Uma vitória em cinco jogos é ridículo. Porém, observo com verdadeiro nojo a campanha que decorre na imprensa contra Queirós. Desde o primeiro dia, aliás. Criticam-se todas as opções, mesmo quando funcionam (é o caso das felizes adaptações de Pepe e Duda), recordam-se eras pseudo-douradas com Scolari e traçam-se cenários catastróficos completamente a despropósito. A má-fé é tão evidente que o comentador Manuel Queirós dizia ontem na TVI que o jogo tinha sido "equilibrado"...
Atentem bem: eu acho que Portugal tem agora poucas hipóteses de chegar ao primeiro lugar e o apuramento será sempre difícil. Mas o que hoje li, vi e ouvi é vergonhoso. A imprensa afirma EXPLICITAMENTE que Portugal já foi eliminado (“Adeus África”, titula O Jogo) ou que seria necessário um milagre para nos apurarmos quando Portugal tem possibilidades matemáticas de vencer o grupo, podendo até chegar ao play-off mesmo sem ganhar todos os jogos. É isto mau jornalismo? Não tenho dúvidas. É isto uma forma de pressão indecorosa – que nos tem feito muito mal – com o objectivo de chutar Queirós e apelar ao breve regresso do salvador Scolari? Idem.
katanec
Por que não ganhou? Ao contrário do que se lê por aí, não há uma resposta fácil. O problema da finalização é central. Uma equipa que dispõe de três ocasiões flagrantes não pode chegar a zeros ao fim do jogo. As perdidas de Ronaldo e Danny são particularmente inaceitáveis quando falamos de dois jogadores com dezenas de golos nos seus currículos. Por outro lado, Portugal tem hoje em emoção o que lhe falta em cinismo. Os ataques são feitos talvez de maneira demasiado sôfrega, sempre com coração mas com pouca objectividade. Não defendo um futebol “frio”, mas esta selecção precisa de ser mais incisiva nos seus movimentos atacantes.
Queirós cometeu todavia vários erros. Se o objectivo era colocar Danny a tabelar com os médios entre os centrais suecos (como aconteceu na segunda parte), então era preferível ter convocado Nuno Gomes, que desempenha muito melhor esse papel. Critico também a saída de Tiago, então um dos melhores jogadores, para a entrada de Deco. Queirós podia ter substituído o incipiente Meireles e arriscar a utilização simultânea dos dois criativos portugueses. Por fim, a gestão do problema do lateral-direito foi simplesmente néscia. Portugal já tinha três centrais em campo, pelo que a presença de Nélson no banco era fundamental para o caso de Bosingwa se ter lesionado (como sucedeu). Fazer entrar Rolando (e que mal jogou) e descair Carvalho para a direita foi uma solução então necessária, mas que resultou de uma má decisão inicial.
Ninguém pode estar contente com esta fase de qualificação. Dois pontos caseiros em três jogos é péssimo. Uma vitória em cinco jogos é ridículo. Porém, observo com verdadeiro nojo a campanha que decorre na imprensa contra Queirós. Desde o primeiro dia, aliás. Criticam-se todas as opções, mesmo quando funcionam (é o caso das felizes adaptações de Pepe e Duda), recordam-se eras pseudo-douradas com Scolari e traçam-se cenários catastróficos completamente a despropósito. A má-fé é tão evidente que o comentador Manuel Queirós dizia ontem na TVI que o jogo tinha sido "equilibrado"...
Atentem bem: eu acho que Portugal tem agora poucas hipóteses de chegar ao primeiro lugar e o apuramento será sempre difícil. Mas o que hoje li, vi e ouvi é vergonhoso. A imprensa afirma EXPLICITAMENTE que Portugal já foi eliminado (“Adeus África”, titula O Jogo) ou que seria necessário um milagre para nos apurarmos quando Portugal tem possibilidades matemáticas de vencer o grupo, podendo até chegar ao play-off mesmo sem ganhar todos os jogos. É isto mau jornalismo? Não tenho dúvidas. É isto uma forma de pressão indecorosa – que nos tem feito muito mal – com o objectivo de chutar Queirós e apelar ao breve regresso do salvador Scolari? Idem.
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quinta-feira, fevereiro 26, 2009
O escudeiro continua fiel
O homem que era jornalista e que tinha os exclusivos (Ricardo Costa no Mundial, incluído), ainda antes da restante estrutura técnica da selecção nacional - muito antes - continua firme na defesa do seu amo. Resta saber para quê.
master kodro
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quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Receita para o Portugal x Finlândia
Não repetir o Portugal 0 x 0 Finlândia, de Novembro de 2007, nem o Finlândia 1 x 1 Portugal, de Setembro de 2006, e muito menos o Portugal 1 x 4 Finlândia, de Março de 2002. No primeiro jogámos com Meira e Veloso no meio-campo, no segundo com Costinha e Petit e no terceiro com Vidigal e Petit. Pode ser uma coincidência mas talvez a mudança possa passar por percebermos que do outro lado está só a Finlândia.
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terça-feira, fevereiro 10, 2009
Scolari no Sporting?
... e com Manuel Fernandes como adjunto: eis o desejo profundo dos sportinguistas, de acordo com o Leão da Estrela. Isto, claro, "para um novo ciclo, que a nação sportinguista quer que seja de grande exigência e grande ambição", objectivos mais que garantidos com a dupla Scolari-Fernandes - a qual "teria o condão de resolver os problemas do futebol leonino interna e externamente".
Sei de fontes seguras que o Kovacevic rejubilaria com esta solução. E vocês?
katanec
Sei de fontes seguras que o Kovacevic rejubilaria com esta solução. E vocês?
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segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Big Phil?
A imprensa britânica diverte-se a derreter Scolari:
"In the end, the only surprise was the timing" (Guardian)
"A former Chelsea player told me that some senior players were not convinced by Scolari's methods and it was showing on the field. There were suggestions he was finding the transition from the hit-and-run style of international management to day-to-day affairs in a new country a difficult one to make" (BBC)
"Hamstrung by his own failure to adapt to the marathon demands of the English season" (...) "The players’ faith in the World Cup-winning coach is understood to have been undermined by his training methods, which some senior internationals felt failed to address the unique demands of the Premier League. With Chelsea having slipped below Aston Villa in the Premier League, there were very real concerns about the possibility of finishing outside the top four and failing to qualify for the Champions League" (Telegraph)
"They were winning home games and had that fabulous unbeaten home record but suddenly they looked an ordinary team" (Independent)
"In the end, the only surprise was the timing" (Guardian)
"A former Chelsea player told me that some senior players were not convinced by Scolari's methods and it was showing on the field. There were suggestions he was finding the transition from the hit-and-run style of international management to day-to-day affairs in a new country a difficult one to make" (BBC)
"Hamstrung by his own failure to adapt to the marathon demands of the English season" (...) "The players’ faith in the World Cup-winning coach is understood to have been undermined by his training methods, which some senior internationals felt failed to address the unique demands of the Premier League. With Chelsea having slipped below Aston Villa in the Premier League, there were very real concerns about the possibility of finishing outside the top four and failing to qualify for the Champions League" (Telegraph)
"They were winning home games and had that fabulous unbeaten home record but suddenly they looked an ordinary team" (Independent)
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Inquéritos: do título inglês ao campeão nacional
O Manchester United foi eleito como futuro vencedor da Premier League pelos leitores-votantes do 442, 68% dos votos. Face ao estado actual da tabela, este resultado não espantará ninguém. Já não se pode dizer o mesmo relativamente ao Chelsea, segundo escolhido pelos leitores, com 13% dos votos, à frente do Liverpool, com 10%. O Arsenal já tem menos votos do que o Villa...
A nova questão que te pomos é muito simples. Depois da primeira volta e depois dos primeiros rounds entre os primeiros classificados da Liga Sagres na segunda, quem vai ser o campeão nacional 2008/2009?
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A nova questão que te pomos é muito simples. Depois da primeira volta e depois dos primeiros rounds entre os primeiros classificados da Liga Sagres na segunda, quem vai ser o campeão nacional 2008/2009?
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sábado, fevereiro 07, 2009
Chelsea 0 x 0 Hull
Acabado de sair de Milão, Quaresma entra no onze de Scolari, o que é absolutamente fantástico (entra mais depressa no onze do Chelsea do que entrava nos convocados da selecção portuguesa...). E Hilário também. Mas o resto continua igual. Um grande flop, este Chelsea de Scolari, na Premier League.
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segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Por que estou chateado
Alguns leitores acharam que o meu post anterior se devia ao natural nervosismo em relação ao próximo jogo ou ao azedume provocado pelas más exibições do Benfica. Concedo que os dois argumentos são perfeitamente válidos. E confesso que o fim-de-semana me deixou muito aborrecido. Não por causa de Fucile, nem do pólo aquático da Luz, mas sim porque o pé frio de Scolari nos últimos minutos voltou a atacar. Depois dos vários exemplos verificados com a selecção portuguesa, já devia esperar, mas tinha a convicção de que talvez nesta ocasião fosse diferente.
Sim, porque aos 88 minutos do Liverpool-Chelsea confirmava-se a minha magnífica previsão de 0-0, que me permitiria ultrapassar o "xanana" e chegar ao topo da "tlx". Mas não. Apareceu o Torres, e logo duas vezes. Resultado? Zero pontos. E uma dúzia de adversários a encherem o bandulho. A partir deste momento, Fernando Torres é persona non grata deste blogue. Quanto a Scolari... bom, acho que nunca teve boa imprensa por estas bandas...
katanec
Sim, porque aos 88 minutos do Liverpool-Chelsea confirmava-se a minha magnífica previsão de 0-0, que me permitiria ultrapassar o "xanana" e chegar ao topo da "tlx". Mas não. Apareceu o Torres, e logo duas vezes. Resultado? Zero pontos. E uma dúzia de adversários a encherem o bandulho. A partir deste momento, Fernando Torres é persona non grata deste blogue. Quanto a Scolari... bom, acho que nunca teve boa imprensa por estas bandas...
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sábado, janeiro 17, 2009
Premier League - Round 22
O Manchester United (1x0 Bolton) conseguiu o golo da vitória, por Berbatov, muito perto dos 90. O Chelsea (2x1 Stoke City) levou a coisa ao extremo: a perder em casa com o Stoke, empatou aos 87 e conseguiu a reviravolta ao terceiro minuto dos descontos, por Lampard... O Aston Villa (2x1 Sunderland) também ganhou fora e continua a pressionar Scolari, a um ponto. Liverpool e Arsenal ainda não jogaram.
Antes desta jornada Scolari fez avisos, convidando à saída de quem não quiser jogar no Chelsea. Será extensivo a quem não quiser treinar o Chelsea?
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Antes desta jornada Scolari fez avisos, convidando à saída de quem não quiser jogar no Chelsea. Será extensivo a quem não quiser treinar o Chelsea?
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quinta-feira, janeiro 15, 2009
Não querendo ser má-língua...
... com seis empates e três derrotas em 21 jogos na Premier League, o Chelsea de Scolari já perdeu mais pontos (21) do que o de Mourinho de 2004/05 (19 pontos). E ainda faltam 17 jogos.
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quarta-feira, janeiro 14, 2009
Inquéritos - como perder a fé em 90 dias
Foi com grande surpresa que recebi os resultados deste inquérito sobre Scolari: primeiro, a participação baixa relativamente aos assuntos anteriores (é uma surpresa boa, porque parece que já estamos mais interessados na selecção portuguesa do que em Scolari); depois a manifesta falta de fé que os votantes depositam nas capacidades de liderança de Scolari (só pode ser, uma vez que não acredito que seja nas capacidades técnico-tácticas de Cech, Carvalho, Terry, Ballack, Deco, Lampard, Anelka ou Drogba). Uma grande surpresa estes 76% de zero títulos, a maior parte deles recolhidos antes dos 3x0 em Manchester.
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segunda-feira, janeiro 12, 2009
Maradona provoca alerta de incêndio
O caso já tinha captado a sempre atenta 'pena' de António Boronha, que até viu por ali sombras de cabeça 'a mais' para o negócio, à boa moda portuguesa. Afinal, o episódio que arrancou os craques de Scolari da cama, às sete da manhã, tem mão de Maradona. Mais um capítulo da eterna rivalidade entre o tango e o samba ou simplesmente juízo a menos do novo seleccionador argentino.
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terça-feira, janeiro 06, 2009
Inquérito - O ponta-de-lança e a crise blue
Nuno Gomes ganhou por uma margem incontestável o inquérito que procurava encontrar o ponta-de-lança ideal para a selecção, com 54 dos 130 votos contados, correspondentes a 41% das opiniões dos participantes. Depois aparecem Hélder Postiga e Hugo Almeida como os preferidos dos leitores do 442. Outras notas de destaque para o chumbo da opção de Cristiano Ronaldo no centro e para alguns votos no "outro" (outra vez) para quem quer ver mais um brasileiro naturalizado no onze da selecção - para juntar a Pepe e Deco -, Liedson neste caso, aos 31 anos de idade (o que é extraordinário...). Já agora: quem é que votou no Makukula e no Vaz Tê?... Fica aqui um resumo do que têm feito estes nomeados esta época:
Hélder Postiga (Sporting) - 18 jogos, 3 golos
Hugo Almeida (Werder Bremen) - 16 jogos, 6 golosYannick Djaló (Sporting) - 12 jogos, 5 golos
Cristiano Ronaldo (Manchester United) - 23 jogos, 10 golosVaz Tê (Bolton) - 2 jogos, 0 golos
Makukula (Benfica) - 0 minutosLiedson (Sporting) - 14 jogos, 8 golos
Como temos a certeza que Scolari vai dar a volta por cima, gostávamos de perguntar aos nossos leitores quais são os títulos Scolari vai conseguir conquistar esta época. Ali ao lado, daqui a um par de horas.
master kodro
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