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sexta-feira, dezembro 30, 2011

Prémios Óscar Cardozo e Ricardo Quaresma

Aqui fica o ponto de situação no final de 2011.

Prémio Óscar Cardozo
(golos em todas as competições oficiais de clube)

14 Wolfswinkel
12 Baba Diawara, Hulk, Cardozo
10 Nolito, Lima


Prémio Ricardo Quaresma
(assistências para golo na liga portuguesa)

7 Hulk
5 João Moutinho, Aimar, Danilo Dias
4 Gaitán

master kodro

domingo, dezembro 11, 2011

Beira-Mar 1 x 2 Porto

O problema de começar a defender uma vantagem mínima a 20 minutos do fim, mesmo contra um Beira-Mar que pouco mais fez do que chutar a bola para as costas da defesa portista, é que nunca se sabe quando um ressalto ou um mau alívio de um lateral improvisado (que, segundo dizem deixou a Juventus a salivar) vai parar aos pés errados. Felizmente, ao contrário do que eu tantas vezes já ouvi e li esta época (e que o jogo de Donetsk já havia indiciado), nem tudo corre sempre mal a Vítor Pereira, e o Porto segurou mesmo os 3 pontos que, sem deslumbrar, fez por merecer.

Hulk, a mais recente referência do ataque em quem Vítor Pereira confia cegamente, apesar de continuar a acreditar em Kléber (na bancada) e Walter (no banco), fez o golo da vitória, após desmarcação e finalização à ponta-de-lança. Mas eu confesso que não gosto de de o ver no centro do ataque (nem de ver Maicon no lado direito da defesa). Acho que os jogadores devem jogar nas posições deles, a não ser numa situação de recurso. É verdade que a qualidade do Incrível lhe permite render em qualquer posição do ataque, mas não foi nessa posição que ele tanto se destacou na época passada. Além disso, há que analisar o rendimento das alternativas a Hulk, nas alas. Kléber tem 6 golos marcados no campeonato e 1 na Liga dos Campeões. O que fizeram Varela e Djalma de relevante?

littbarski

segunda-feira, outubro 03, 2011

Regresso às vitórias

Com Walter no sítio certo a corresponder de cabeça a um cruzamento milimétrico de Hulk e a desbloquear um jogo até então atado pela boa organização defensiva da Académica, com James novamente em destaque, marcando um e oferecendo outro a Guarín, e com Helton a evitar que equipa de Pedro Emanuel reentrasse no jogo. Vítor Pereira ganha tempo, numa altura em que ele lhe começava a escapar das mãos.

littbarski

sábado, setembro 10, 2011

Porto 3 x 0 Vitória de Setúbal

Gostei muito da exibição de Defour. Defensivamente esteve irrepreensível, cortando vários contra-ataques da equipa forasteira. Merecia um golo, mas Diego (o melhor do Vitória) negou-lho. Um jogador a rever com atenção. Quem já não precisa de apresentações é James Rodríguez. Depois do bis ao Leiria, voltou a facturar e a afirmar-se como um dos melhores do Porto. Hulk, com duas assistências, Moutinho, marcando o golo que desbloqueou o jogo, e Helton, com duas defesas que evitaram que os sadinos complicassem a vitória portista, foram elementos igualmente em destaque. A equipa de Vítor Pereira está em crescendo, faltando-lhe apenas um maior acerto defensivo em determinados lances (como os que proporcionaram os dois golos do Leiria e que equipas como o Zenit ou o Shakhtar não desperdiçarão) e que Kléber ganhe consistência, no centro do ataque.

littbarski

Hulk, o egoísta

A partir do minuto 2.00, em cerca de 20 minutos em campo.



master kodro

sábado, agosto 20, 2011

Hulk descomplica

Hulk continua a descomplicar os jogos mais difíceis, e esta é a melhor notícia, a uma semana do confronto com o Barcelona, para uma equipa cujo jogo continua lento e previsível. A defesa entrega bolas ao adversário com uma frequência preocupante, o meio-campo não tem ideias e, no ataque, Varela e Kléber continuam longe daquilo que podem ou prometeram fazer. O Gil Vicente confirmou as boas indicações deixadas no jogo com o Benfica, jogando de forma descomplexada e criando dificuldades à defesa portista, sobretudo na primeira parte. Veremos o que fará a equipa de Paulo Alves contra equipas do seu campeonato.

Jorge Jesus resolveu falar de arbitragem para dizer que o Porto só chegou em vantagem à segunda jornada porque marcou um golo um pouco duvidoso, na primeira. O que é extraordinário, tendo em conta a forma como o Benfica empatou em Barcelos. Se agora já é assim, nem quero imaginar como será, no dia em que o Benfica for efectivamente prejudicado por algum erro de arbitragem.

Sobre o tema quente da semana, uma discussão interessante, no Portistas de Bancada, para quem quiser ler.

littbarski

segunda-feira, agosto 15, 2011

Em ritmo de pré-temporada

Um jogo emotivo, com incerteza no resultado até final, mas com erros a mais e pouco bom futebol, excepção feita a dois lances de Barrientos (o segundo dos quais desperdiçado de forma incrível) e a algumas arrancadas de Hulk, o único jogador portista capaz de desequilibrar a defesa vitoriana. Há muita gente em ritmo de pré-temporada (o que nos casos de Guarín e Falcao é normal). Kléber, por outro lado, parece ter esgotado a pontaria na pré-época. Três excelentes situações de golo desperdiçadas pelo brasileiro, a segunda das quais de forma infantil, quando tinha Hulk completamente solto para fazer o golo. A eficácia portista na hora da finalização já teve melhores dias, e esta atracção de Falcao por Madrid não irá certamente ajudar a melhorá-la.

Lendo na diagonal o que dizem os jornais desportivos, verifico que A Bola fala em mesmo filme, embora o Porto tenha vencido num terreno onde empatou a época passada, e, não podendo escrever que o penalty convertido por Hulk foi mal assinalado (ele foi inequívoco), conta a versão vimaranense. Pois.

PS - Em Barcelos, o Benfica conquistou o primeiro ponto no campeonato com a ajuda de um erro de arbitragem que deixou passar em claro um fora-de-jogo de Nolito, no lance do primeiro golo dos encarnados. Nada de mais (acontece a todos). Mas dá-me um certo gozo ver aquela diagonal que, segundo vários múltiplos benfiquistas, tantas vezes colocou os avançados portistas claramente à frente do penúltimo adversário transformar-se, de repente, numa perfeita linha paralela à linha de baliza. O encarnado faz milagres (refiro-me, obviamente, à camisola XXXL do jogador do Gil Vicente que colocou Nolito em jogo).

littbarski

quarta-feira, maio 18, 2011

Palmas para todos

Vencedores e vencidos, por uma época memorável. Palmas para o novato Villas Boas. Palmas para mais um voo de Falcao, para mais magia de Hulk, para o pé de Helton. E palmas para Mossoró, porque não foi ele que falhou naquele lance. Palmas para os heróis de Braga, providenciadas por um túnel humano de campeões nacionais, que fizeram aquilo com que ninguém sonhava. Só mesmo Domingos, talvez. Palmas para Domingos.

master kodro

segunda-feira, maio 16, 2011

Tricas de mercado (2) Givanildo "Hulk"

Quanto valerá o extremo, quem o levará e quando?... Bom, vamos começar por partir do princípio que ele é mesmo um jogador de futebol, ao contrário do que foi defendido em muitas caixas de comentários do 442.

master kodro

terça-feira, abril 19, 2011

Numbers

O Papão Sobre ele já li de tudo. Desde não ser um jogador de futebol, a ser egoísta, burro e outras considerações semelhantes. Faltam três jornadas para o campenato acabar e Hulk é o melhor marcador da prova (com ou sem os 8 penalties que marcou, porque João Tomás também marcou 3), é o jogador com mais assistências para golo, 13, tendo intervenção determinante em 35 dos 64 golos que o Porto marcou no campeonato. Juntam-se a estes mais 7 golos e 3 assistências na caminhada europeia. Tem mais 3 golos nas taças nacionais. O extremo, que joga ocasionalmente no centro do ataque, já passou os 30 golos. Brutal.

O Dominador Este outro é muito gabado pelo manancial de boas decisões que produz a ritmo alucinante. Golos é que nem por isso (11 em 40 jogos oficiais esta época). Mas alguma vez o Sporting precisou de golos, especialmente depois da saída de Liedson? Postiga, avançado centro, na Liga, é o rei do fora-de-jogo, com 48, é o terceiro jogador com mais faltas cometidas, lidera nos remates ao poste, com 5, e é o segundo com mais remates feitos no campeonato, 71, depois de Hulk. Só não acerta muito: 5 golos, sendo 1 de penalty. Mas são só 17 os que marcaram mais do que ele. Tem 3 assistências para golo.

A projecção divina (mas não de Jesus) José Manuel Meirim, professor de Direito do Desporto, sobre o castigo a Jorge Jesus: "No ponto 15, que é remendado naquele que consta do relatório da instrutora, diz-se que Jorge Jesus não logrou atingir Luís Alberto, mas logo a seguir afirma-se que a cabeça daquele foi projectada. Ora, se foi projectada, é porque sofreu a influência de algo exterior. Caso contrário, deveria afirmar-se que se projectou." Números porquê? De dois meses por agressão, passou-se a 11 dias por tentativa de agressão. Lembrando que os treinadores têm um desconto de três quartos da pena que os jogadores têm, lembra-se que Vandinho foi condenado por 3 meses de suspensão por ter feito o seguinte: "Vandinho desferiu um pontapé com a perna direita que atingiu o treinador adjunto do Benfica Raul José, de forma leve, na zona do joelho.".

Não se sabe se o joelho de Raul José foi projectado ou se se projectou. Mas sabe-se que a cara de Luiz Alberto foi projectada sem que ninguém lhe tivesse tocado, nem de forma leve, pois, de outra forma, o castigo seria, certamente, mais pesado.

master kodro

segunda-feira, abril 11, 2011

Picar o ponto ou fazer pontos

Esta é a dúvida que acompanhará os campeões nacionais, até ao final do campeonato. Percebo a gestão de Villas-Boas. Não mudar nada, significaria um desgaste adicional para uma equipa que ainda tem mais duas provas para disputar. Mudar tudo, como fez Jesus, na Figueira da Foz, provavelmente, teria o mesmo resultado que o obtido pelo treinador dos encarnados. E se, nas circunstâncias actuais, para o Benfica é irrelevante terminar a 15 ou a 20 pontos do primeiro lugar, o Porto tem estímulos suficientes para continuar a tentar somar pontos na Liga, como, por exemplo, o de terminar o campeonato invicto, algo que nunca conseguiu, na sua história. O jogo de ontem valeu pela segunda parte, pelos 5 golos, pela incerteza no resultado, pela réplica do Portimonense, que tentou encontrar neste jogo um último fôlego para escapar a um destino cada vez mais certo. Hulk e Falcao, mesmo a meio gás, voltaram a fazer a diferença; Maicon voltou a marcar de canto, confirmando a melhoria portista nos lances (ofensivos) de bola parada. 74 pontos, com 4 jornadas por disputar, menos 2 do que o registo com que o tão elogiado campeão da época passada cortou a meta, na última jornada. Fazer pontos. Fazer pontos, ser melhor, dizimar dúvidas. littbarski

segunda-feira, abril 04, 2011

Sem luz é mais bonito



Foto: Jornal de Notícias

71 anos depois, Villas-Boas conseguiu repetir o feito alcançado por Mihaly Siska, sagrando-se campeão nacional no reduto do Benfica. O jogo não podia ter corrido pior aos ex-campeões nacionais. Se com Roberto (que mais uma vez mostrou a sua aptidão para oferecer golos e pontos aos adversários) em campo, já é difícil manter a teoria da mentira da classificação, com uma arbitragem como a deste jogo, que ofereceu o golo do empate ao Benfica e colocou os encarnados em superioridade numérica na ponta final do jogo, a missão torna-se quase impossível. Mas há mais: melhor ataque, melhor defesa, melhor marcador, jogador com mais assistências, melhor série de jogos sem perder, mais jogos sem sofrer golos, melhor série de vitórias, 16 pontos de vantagem sobre o segundo classificado e 7-1 no confronto directo com o principal rival. Se isto não é suficiente para desfazer todas as dúvidas quanto à justiça do vencedor deste campeonato, mais vale decretarem que só o Benfica pode vencer com mérito em Portugal.

Destaques do campeonato portista:

Villas-Boas - Não é o exterminador implacável, não faz manchetes de jornais e não é melhor do que Mourinho (pelo contrário, assume que aprendeu muito com ele, o que só lhe fica bem), mas consegue, na sua segunda época como treinador, ser campeão a 5 jornadas do fim, tendo como rival um Benfica não muito distante do da época passada. Excelente.

Helton - Sempre seguro e decisivo, em momentos chave deste campeonato (como ontem, ao negar por duas vezes o golo a Saviola). A ele se deve uma boa parte da eficácia defensiva da equipa portista.

Rolando - Pela sua regularidade. Não faz cortes espantosos, mas raramente complica (ao contrário de Maicon). Na ausência de alguém que se tenha destacado na defesa, Rolando é quem melhor simboliza a consistência portista, na hora de defender.

Fernando - Continua a ter algumas dificuldades ao nível do passe e do remate, mas é fundamental nas acções defensivas.

Moutinho - É o elemento equilibrador do meio-campo. É muito bom tacticamente, tem uma resistência física acima da média e é extremamente regular.

Belluschi - Menos regular do que Moutinho, mas mais criativo, desequilibrador, tanto no último passe como no remate. Provavelmente, o jogador que mais beneficiou com a alteração do sistema de jogo do Porto, introduzido por Villas-Boas: um jogo mais pensado, privilegiando mais a posse de bola e menos as transições rápidas, características da era de Jesualdo.

Varela - Uma época com altos e baixos, mas com números que merecem destaque: 8 golos e duas assistências. Ontem fez uma boa exibição.

Falcao - Uns furos abaixo da época passada (devido, em parte, à lesão que o afastou dos relvados, durante vários jogos). Ainda assim, é o segundo melhor marcador da equipa (terceiro do campeonato), com 11 golos. É a referência do ataque portista. A sua ausência foi um dos factores mais importantes para o período menos bom do Porto.

Hulk - Uma época fenomenal: 21 golos e 11 assistências fazem do Incrível a grande figura deste campeonato.

Guarín - O 12.º jogador. Cumpriu, quando foi chamado a substituir Fernando, e compensou, nas últimas jornadas, um período menos bom de Hulk e de Belluschi, com golos decisivos. Foi considerado, pelos treinadores e adeptos, o melhor jogador da Liga do mês de Março. Com toda a justiça.

littbarski

domingo, fevereiro 27, 2011

Olhanense 0 x 3 Porto

O Olhanense fez um bom jogo, mostrando que não era por acaso que ainda não tinha perdido em casa no campeonato e dificultando muito a tarefa portista, sobretudo na primeira parte, período em que só Hulk conseguiu criar verdadeiro perigo. Na segunda parte, com as entradas de Fucile e, principalmente, James, o Porto intensificou o seu domínio, mas os de Olhão responderam à letra, sempre que puderam. Paulo Sérgio obrigou Helton a uma defesa atenta (e por pouco não ficámos sem comentador da TVI para o resto do jogo) e, na resposta, Falcao aproveitou uma das poucas falhas da defesa da casa para rematar ao poste. Assim estava o jogo: bonito, intenso, de resultado incerto. Até que, aos 68 minutos, Bellushi fez o golo que abriu o caminho da vitória portista. Um golo soberbo. Dois minutos depois, Falcao desfez as dúvidas, quanto ao vencedor do jogo (desta vez, a bola bateu no poste e entrou). Yontcha ainda tentou reduzir, mas foi Falcao que bisou, na recarga a um mais um remate de Hulk, fazendo o resultado final.

Com os regressos de Álvaro Pereira e Falcao, o futebol portista aproxima-se gradualmente do nível exibido no primeiro terço do campeonato. Hulk, apesar de não ter marcado, continua a ser o elemento mais importante da equipa do Porto. Mesmo nos jogos em que não consegue marcar, está presente numa elevada percentagem dos ataques e das oportunidades de golo portistas. Vamos ver como equipa reage à sua ausência, no jogo com o V. Guimarães.

littbarski

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Um goleador improvável

Após 28 minutos sensaborões, Hulk decidiu abanar com a Pedreira: arrancou antes do meio-campo, ultrapassou dois adversários e disparou um míssil que rebentou com estrondo na barra. Belluschi viu e quis fazer igual. Acertou em Artur. À saída para o intervalo, Otamendi explicou como era: com calma, precisão e classe. James preferiu a explicação de Hulk. Artur defendeu. Otamendi voltou a explicar: assim, com calma, não tem nada que saber. Assim?! - perguntou Hugo Viana, em desespero. Nem vem que não tem! - respondeu Helton. Domingos abanou a cabeça. Hulk perdeu a paciência. Eu é que sei: arrancada fulgurante, remate frouxo. Artur agradeceu. O Incrível insistiu. Artur voltou a defender, afirmando-se como o melhor elemento do Braga. E o Porto voltou a vencer, com um bis de um goleador improvável.

littbarski

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Campeonato, taça e o mundo lá fora

Foi um dia confuso, com um jogo antecipado do campeonato, com Hulk a aumentar a vantagem no campeonato dos marcadores e das assistências para golo, com um jogo atrasado da Taça em que João Ferreira assinalou quatro penalties e só um foi convertido em golo, e em que num Sevilha x Real se discute tudo em torno de uma linha.

master kodro

domingo, janeiro 23, 2011

Beira-Mar 0 x 1 Porto

As zero oportunidades de golo do Beira-Mar dizem-nos, a frio, que o sofrimento portista foi mais aparente do que real. A exibição foi fraquinha, mas, ainda assim, daria para vencer tranquilamente, não fosse alguma ineficácia do ataque, parcialmente explicada pela ausência de Falcao, e um par de excelentes defesas de Rui Rego. Hulk deu mais três pontos ao Porto, na marcação de uma grande penalidade. De assinalar o regresso de Rodríguez (que falhou o golo da noite por centímetros). Falta recuperar Álvaro Pereira e Falcao, para atacar a fase decisiva da época na máxima força.

littbarski

terça-feira, janeiro 18, 2011

Porto 3 x 1 Naval

Em apenas um minuto, o Porto resolveu as contas do jogo, frente a uma Naval bem organizada na defesa e que espreitou o contra-ataque sempre que pôde. Falcao e Hulk fizeram os golos portistas, com destaque para o primeiro do brasileiro, segundo do Porto, a concluir uma jogada rápida, com a bola trocada ao primeiro toque. Simples e bonito. A Naval acabaria por conseguir reduzir, à terceira tentativa (depois de duas excelentes defesas de Helton), após uma grande penalidade (completamente desnecessária) de Fucile sobre Gomis que o próprio converteu. Um prémio para uma equipa que preferiu procurar o tento de honra do que evitar que o resultado se avolumasse.

PS - Saviola marcou o golo da vitória do Benfica em Coimbra, desviando a bola com o braço, em posição de fora-de-jogo (um grande golo, como diria um ilustre leitor deste blogue). O destino é tão injusto. Andaram os benfiquistas a semana toda a somar as metades que beneficiaram o Porto e agora vão ter de explicar que, afinal, é para somar tudo!

littbarski

terça-feira, janeiro 11, 2011

Mini-balanço

Terminada a primeira volta, o Porto segue em primeiro com 13 vitórias em 15 jogos, sem derrotas, com o melhor ataque (com mais 6 golos do que o segundo melhor, o Benfica) e a melhor defesa da prova (com menos 7 sofridos do que a segunda melhor, o Olhanense), com o melhor marcador (Hulk com 14, mais 5 do que os segundos, João Tomás e Carlão) e o jogador com mais assistências para golo (também Hulk com 8, mais 3 do que o segundo, Saviola), com o segundo classificado a 8 pontos de distância (depois de um esclarecedor 5x0, que transforma, na prática, os 8 em 9 pontos a recuperar). Perante este cenário, ainda há quem tenha dúvidas. Parabéns.

master kodro

segunda-feira, novembro 15, 2010

Porto 2 x 0 Portimonense

Vitória mais sofrida do que é habitual, no Dragão, de um Porto sem alguns dos seus habituais titulares e mais relaxado do que provavelmente Villas-Boas desejava.

Walter estreou-se a marcar, no campeonato, com um remate que enganou Ventura (e, talvez, o próprio Walter). Depois do golo, a equipa portista foi perdendo fulgor, e o Portimonense aproveitou para tentar levar para casa mais do que uma previsível derrota. Pedro Silva e Ivanildo estiveram perto de conseguir o empate, mas acabou por ser Hulk a calar alguns assobios das bancadas e a fazer o golo da tranquilidade, ao cair do pano.

É verdade que a exibição portista foi fraca e que para atingir o objectivo final o Porto terá de estar bem mais alerta. Mas, por tudo aquilo que tem feito esta temporada (e dadas as condicionantes: lesões e castigos), a equipa merece alguma tolerância dos adeptos.

littbarski

segunda-feira, novembro 08, 2010

Um dragão perfeito

Em 30 minutos, o Porto reduziu a cinzas qualquer esperança do Benfica de pontuar no Dragão. Belluschi foi cerebral, Hulk demolidor e Falcao o matador de serviço (o seu primeiro golo é fantástico). Juntemos um Varela desequilibrador e oportuno, um Moutinho batalhador, uma defesa competente e um Helton seguro, e temos a fórmula para uma exibição muito próxima da perfeição. Numa equipa tão coesa e motivada, torna-se mais fácil a inclusão de um novo elemento, mesmo que fora da sua posição. Foi o que aconteceu com Guarín.

E foi assim que a vitória portista começou a desenhar-se: de um lado, Villas-Boas foi coerente com o seu discurso e resolveu o problema da lesão de Fernando, optando pela substituição directa do brasileiro e mexendo o menos possível na estrutura portista; do outro lado, Jesus inventou David Luiz no lado esquerdo da defesa e deixou Saviola de fora. Em equipa que ganha não se mexe, uma regra de ouro muitas vezes esquecida, geralmente com maus resultados.

O Porto consegue a maior goleada caseira da sua história frente ao Benfica e, mais importante do que isso, vê a sua confiança e motivação reforçadas. A ver vamos se a equipa segue tão alerta como a mensagem do seu treinador e não deixa escapar esta vantagem preciosa.

littbarski