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domingo, junho 07, 2015

Barcelona campeão europeu

Quando Morata fez o empate, em Berlim - um golo à italiana, obtido quando a outra equipa pensa ter o jogo controlado - e a Juventus ameaçou transformar a eliminação do grande favorito Bayern num feito vazio do Barcelona, lembrei-me de Murray, umas horas antes, a fazer a vida negra a Djokovic, depois do sérvio ter eliminado o rei da terra batida, em Roland Garros. Num caso e no outro, prevaleceu o melhor (se bem que no caso de Djoko ainda haja uma montanha suíça para escalar, antes da glória final). Aos italianos não se podia pedir mais e aquilo que fizeram foi mais do que se esperava. Para os catalães é o regresso ao topo europeu, depois da dobradinha em Espanha, a provar que o Barcelona é demasiado grande para ficar refém de um homem e de um modelo de jogo. Este Barcelona, que já não é de Guardiola há algum tempo, adaptou-se, evoluiu, tornou-se mais versátil. O sucesso estava à sua espera.

PS - Uma montanha suíça que se revelou intransponível (que grande jogo de Wawrinka!). Mais um grande campeão a penar em Roland Garros para conseguir o pleno.

quinta-feira, maio 14, 2015

Juve, 12 anos depois

O futebol da Juventus pode não ser muito atraente, mas é suficientemente competente e está geneticamente calibrado para não perdoar as baldas (defensivas e ofensivas) dos adversários, mesmo quando estes são (em teoria) claramente superiores. O facto de ser Morata a enterrar as aspirações do ex-clube é mais uma daquelas crueldades do destino, sobretudo para Ancelotti, que fica numa situação que certamente não imaginou, depois de ter sido campeão europeu e mundial. Para os italianos é o regresso a uma final da Champions, depois de, em 2003, terem perdido, nos penáltis, com o Milan, um jogo do qual Pirlo e Ancelotti se recordarão, certamente.

quarta-feira, maio 13, 2015

Barça na final

Mais um grande jogo, em Munique, entre duas equipas capazes de praticar um futebol completo: apoiado, vertical, coletivo, individual. Passa o conjunto que tem os melhores jogadores disponíveis (viu-se a diferença quando Suárez saiu, embora me pareça que o Barça levantou o pé) mas também, como disse Guardiola, o melhor contra-ataque - uma ironia do destino, se nos lembrarmos do que aconteceu, no confronto anterior, entre as duas equipas.

quinta-feira, maio 07, 2015

Messi

Quando a organização coletiva anula a organização coletiva, sobram as individualidades para fazer a diferença. E ter Messi, mesmo com Neuer do outro lado, faz (fez) toda a diferença.

quarta-feira, maio 06, 2015

Juventus na frente

Bem vistas as coisas, o resultado nem foi muito mau para o Real, tendo em conta o desacerto defensivo dos merengues. Estou convencido de que os espanhóis darão a volta à eliminatória e tenho um palpite que vamos ter Clásico em Berlim, mas se Pepe e Sergio Ramos, mesmo separados pela criatividade de Ancelotti, continuarem a distribuir prendas, podemos voltar a ter italianos numa final da Champions.

PS - Aos 35 anos, Pirlo ainda consegue transformar bolas quadradas em bolas jogáveis - no caso, em Evra, aos 71 minutos. Mais um pormenor de classe para a extensa coleção de um jogador que não se deixa derrotar pela pdi.

PPS - Com tantas bolas a entrarem às três tabelas, depois de baterem em perónios e meniscos, não é justo que aquele carrossel madrileno, da direita para a esquerda, tenha terminado na barra.

sábado, abril 25, 2015

Play It Again, Sam # 154 - Wolf Alice

Enquanto o clássico não começa, ouve-se uma musiquinha, para relaxar, de uma banda que está a dar os primeiros passos mas que já tem a qualidade que eu espero ver nos pés deste Porto de consumo imediato e de digestão mais difícil do que se desejava. O Benfica não perde em casa, para o campeonato, desde que Maicon fez o 2x3, em Março de 2012 - o que impõe um certo respeito, até porque, desta vez, um golo de diferença mantém o campeonato nas mãos dos encarnados. Mas, quando a bola começar a rolar, isto valerá tanto como a improbabilidade de virar uma meia-final da Taça, depois de ter perdido 0x2 em casa. Portanto, o melhor é aguardar e, no final, logo se verá quem fica happy, happy.

Música: "Blush, 2013"
Interpretação: Wolf Alice


PS - Entretanto, o sorteio da Champions ofereceu-nos a possibilidade de ver o duelo mais aguardado dos últimos tempos, entre um Bayern que parece ter conseguido conciliar as ideias que Guardiola trouxe da Catalunha com as características inatas do futebol alemão, e um Barcelona que terá menos bola do que está habituado a ter, mesmo com Luis Enrique, mas com capacidade para pôr Neymar e Suárez a fazer estragos nas costas do calcanhar de Aquiles dos alemães (e Messi a resolver de qualquer lado). Dois grandes jogos em perspetiva.

quarta-feira, abril 22, 2015

Mostrem-me lá o chão

Surpreendente não foi o resultado de ontem. Este é o Bayern que chegou a 3 finais da Champions, nos últimos 5 anos. É uma equipa que em dia sim (e eles têm muitos dias sim...) é capaz de aniquilar a grande maioria dos seus adversários. É de outro campeonato. Claro que custa sair varrido de Munique, mas isto acontece aos melhores, como este mesmo Bayern comprovou, na época passada. Realisticamente, o Porto fez aquilo que podia e sai da Liga dos Campeões com os seus objetivos superados. É hora de regressar rapidamente ao nosso campeonato e este é o principal desafio de Lopetegui: recuperar os jogadores, fisica e animicamente, para o jogo da Luz.

sexta-feira, abril 17, 2015

Play It Again, Sam # 153 - Courtney Barnett

Eu sei que já foi há dois dias, mas estive tão entretido a saborear a vitória do Porto, que quase me esqueci do (side)show de bola, em Paris. Foi assim, desta forma descerrada e déjà vista, que Suárez fez a festa sozinho. O resto é história.

Música: "Nobody Really Cares If You Don't Go to the Party"
Álbum: "Sometimes I Sit and Think, And Sometimes I Just Sit.", 2015
Interpretação: Courtney Barnett


quarta-feira, abril 15, 2015

Uma noite quase perfeita

Quando Quaresma marcou o segundo, dei comigo a pensar quantos seriam precisos para resolver a eliminatória já no Dragão. O número a que eu cheguei foi tão absurdo e irrealista, que depressa percebi que não havia resultado seguro para levar à Alemanha, nem que Xabi Alonso, Dante e Boateng passassem o jogo todo a distribuir prendas.

Ainda assim, esta foi uma noite de gala do Porto, com um regresso em grande de Jackson, com Quaresma a fazer a melhor exibição da época e com uma estratégia que demonstra que não é indispensável uma equipa ter mais bola para ser melhor. Sim, o Bayern cometeu erros, mas foram erros forçados pela pressão portista sobre a saída de bola dos alemães e, nos momentos em que não deu para sair em futebol apoiado, o Porto soube encontrar outras soluções, como foi o caso do golo de Jackson.

Pode não chegar, mas já ninguém nos pode tirar este jogo enorme, este sentimento de orgulho, de absoluta noção do dever cumprido. Uma noite que só não foi perfeita porque Thiago Alcântara marcou, no único lance em que a defesa portista foi apanhada desposicionada, e porque perdemos os dois laterais para o jogo da segunda mão.

A ineficácia merengue e o pragmatismo de um penálti fora da área

Com James e Modric de volta, o Real foi ao Vicente Calderón impor o seu jogo e dominar o Atlético, algo que já não se via há algum tempo. Com uma eficácia decente, a eliminatória poderia ter ficado resolvida nos primeiros 45 minutos (os segundos foram mais repartidos). Assim, vai decidir-se no Barnabéu, onde os colchoneros marcaram sempre e ainda não perderam, esta época.

No confronto entre o pragmatismo italiano e o cinismo francês, levou a melhor quem tem uma vida de experiência, nestas coisas. E da forma mais paradigmática possível: com um penálti que aconteceu fora da área. Na segunda mão, o Mónaco vai ter de fazer aquilo de que não gosta e que Tévez, Pereyra, Vidal e Morata tanto apreciam. Ou, então, mantém o jogo fechado e espera que chova mais no principado do que choveu em Turim.

PS - A puta da vida não me tem deixado ver os jogos do Porto sossegado. Já fiz várias reclamações, todas defendidas pelo Neuer. Que o Brahimi e o Quaresma tenham mais sorte, é o que desejo, porque sonhar é de borla e o resto é para esquecer depois, entre dois copos e uma lágrima incontida que o tempo não devolve.

quinta-feira, outubro 24, 2013

O Maradona das balizas

8 milhões para cá, 8 milhões para lá, afinal não, 6 milhões para lá, logo se vê se sim, se não, veremos quantos milhões se perderão com aquele frango. Mas podia ser pior. Imaginem que era controlador aéreo...

ps - a ânsia de protagonismo do homem, que gerou unanimidade na imprensa, abafou os 45 minutos de Ivan Cavaleiro (não me consigo lembrar de melhor conjuntura para o lançar nos A...). Próximo passo do Record? Recados para o Paulo Bento, caraças. Se é para fazer, é em grande.

quinta-feira, outubro 03, 2013

O PSG redesenhou fronteiras

O tratado geográfico do PSG desviou, principalmente, duas:

1. A fronteira "connosco comem a relva | com os outros abrem as pernas". O Benfica teve dificuldades com quase todos os adversários, incluindo o meu renovado Vitória com menos 48 horas de descanso.

2. A fronteira "melhor plantel dos últimos 30 anos". Para além de estúpida, é um tremendo desrespeito pela história, mesmo a recente, do clube.

No entanto desconfio que, mesmo com a geografia realinhada, a cagança continuará.

quarta-feira, setembro 18, 2013

Cardozo, o driblador

O excelente momento de Cardozo serve para exemplificar o que foi o jogo de ontem e que diz tanto da qualidade ofensiva do Benfica como da inépcia defensiva dos belgas. Um drible em 20 m2 com direito a rata, seguido de finta curta para a linha, que entusiasmou os meus vizinhos benfiquistas tanto como os golos marcados por Luisão e Djuricic. Foi um domínio quase absoluto que só não acabou em goleada porque Markovic esqueceu-se que tem colegas de equipa e porque Cardozo, obviamente, está a guardar os golos para Guimarães. Nota ainda para André Almeida que teve muitos momentos de qualidade durante o jogo e para a velocidade de Siqueira, talhada à medida do que Jesus pretende para aquele lado. O PSG também fez o seu trabalho com distinção na Grécia, o que não é de menosprezar nas contas do apuramento.

quinta-feira, setembro 12, 2013

Bruxaria em altas

Faltam 2 dias para fecharmos as inscrições e já há 15 candidatos a bruxo do ano e ainda faltam uns quantos históricos, com assento no hall of fame (que ainda não foi actualizado). Estamos bem, estamos bem...

Não se esqueçam do pormenor de, este ano, a porrada dar pontos - amarelos e vermelhos contam pontos positivos para os nossos concorrentes (sendo os golos mais valorizados relativamente ao ano passado).

Entretanto deixo os códigos das nossas outras ligas:

Premier League: 306060-80189

Champions League: 280391-479221

terça-feira, agosto 20, 2013

Shakhter Karangady 2 x 0 Celtic

Era de um milagre destes que o Paços precisava logo à noite, mas o Zenit, infelizmente, não é o Celtic...

sexta-feira, agosto 09, 2013

Paços de Ferreira x Zenit

Vai ser fixe para o Mendes mostrar o Bebé e dizer que é o novo Hulk.

quinta-feira, agosto 08, 2013

A hora do Estoril

Depois de uma primeira mão em que tiveram dificuldades para se assumirem como favoritos, mas em que demonstraram ter mais soluções (basta ter algumas...), os canarinhos devem ter mais espaço para marcar o raio do golo que escapou no jogo em casa.

Entretanto o Paços leva com Arsenal, Milan, Schalke, Lyon ou Zenit. Credo...

ps - já lá mora o primeiro, com direito a expulsão e tudo. Feito.

domingo, maio 26, 2013

Copa Nostradamus fica em casa graças a MandzuKic

mk 12 Valdes (1) | Jordi Alba 1, Thiago Silva, Otamendi, Adriano | Muller 5, Vidal, Di Maria, Feghouli | Messi 3, Mandzukic 3

juzenani 11 Diego Lopez (2) | Daniel Alves, Pepe, Hummels 1, Danilo | Iniesta, Ozil, Robben 3, Blaszczykowsky 1 | Lewandowski 6, James Rodriguez

pipolinus 9 Helton (1) | Schmelzer, Bonucci, Dante, Maicon | Kroos 1, Reus 1, Pirlo, Walcott | Cristiano Ronaldo 6, Ibrahimovic 1

zemis 4 Neuer (4) | Puyol, Howedes, Vidic, Sergio Ramos 1 | Gotze 1, Ribery, Lucho, Pastore 2 | Jackson Martinez, Huntelaar

tomé silva 2 Buffon (2) | Pique, Alex Sandro, Barzagli, Mangala | Fabregas, Xavi 1, Busquets, Marchisio 1 | Van Persie, Javier Hernandez

terça-feira, abril 30, 2013

Alemanha 1 x 0 Espanha

Festa amarela em Madrid, mesmo depois da esperança que nasceu com o golo de Sergio Ramos - que devia ter sido expulso pelo menos três vezes. Para a Nostradamus, o mais importante foi a baliza fechada de Diego Lopez que dá vantagem ao juzenani em caso de empate com o pipolinus e, por enquanto, comigo também. E a eliminação de Cristiano Ronaldo, claro...