sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Dnipro

Enquanto estamos na liga que o Olympiakos venceu 16 vezes, nos últimos 18 anos, a coisa vai. Não vai sempre, mas vai. O problema é quando chegam as provas a eliminar e adversários poderosos como o Dnipro. Aí, a coisa começa a derrapar. Mas, pelo menos, os adeptos podem apreciar outro tipo de futebol.

2 comentários:

jose reyes disse...

O problema do Vítor, diz-se, residiu no facto de as regras da UEFA não contemplarem a possibilidade de o treinador ir antes dos jogos abanar as redes das balizas para sacudir o azar.
Já no último jogo do campeonato grego o Vítor não tinha conseguido afastar o azar, ao que parece por a fundamental abanadela primordial ter ficado incompleta devido a os ultras do Panathinaikos não lhe terem deixado operar o tempo mínimo exigível a uma abanadela vitoriosa.

littbarski disse...

Além disso, pelo menos uma das abanadelas teria de ser dada em ucraniano (para a baliza perceber), o que seria um problema. Talvez desse para arranhar qualquer coisa em inglês: «my friend [abanadela], i speak with da true [dupla abanadela], only my players goal in this baliza [abanadela final e olhar de mau]», a que se seguiria um poliglota «quantos são?», em grego, dirigido à claque do Dnipro. Mas não é garantido que funcionasse.