terça-feira, junho 17, 2014

O Mundial

Do Brasil, de Neymar, do meio a zero de Scolari (ou 1x1 mais brinde do árbitro); da derrocada espanhola, em câmara lenta, aos pés de Robben e de Van Persie; de Joel Campbell, a colocar o Uruguai em apuros (num jogo em que Maxi Pereira foi surpreendido pelo «excesso de rigor» do árbitro); de Messi, a proteger a Argentina de qualquer imprevisto; das vitórias tranquilas da Colômbia (sem Falcao mas com James) e da França; da vitória natural da Itália; da eterna desilusão inglesa; e, claro, da sucessão de disparates portugueses, devidamente punidos pelos alemães (uma ameaça para o negócio do vendedor de bandeiras que me jurou que Portugal ganhava 3x0 - falhou por pouco -, como no tempo de Sérgio Conceição, mas uma oportunidade para pôr o pessoal a fazer contas à vida para além de Ronaldo e tentar subir a média de matemática).

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