sexta-feira, janeiro 10, 2014

O "Scolari" da Baviera

(ponto prévio, fortemente reforçado, estou a falar apenas de gestão de carreira) O Bayern foi campeão alemão na época passada com 25 pontos de vantagem dobre o Borussia Dortmund, que também derrotou na final da Champions, como todos sabemos. No início desta época (para além de perder a Supertaça para o Dortmund), o Bayern pagou a cláusula de rescisão de uma das figuras do seu "rival", Gotze, por 40 milhões de euros; agora, garantiu, a meio da época, a contratação do ponta-de-lança do Dortmund (e actual melhor marcador da Bundesliga) para a próxima temporada, sem custo de transferência. O que é que falta para a coisa ficar mais desequilibrada ainda? Contratar Klopp para treinar Neuer?

1 comentário:

Zé Luís disse...

O post fala de factos e ao perguntar a moral da história basta dizer que o dinheiro decide e o poder acumulado da Championsmoney pende para um lado. Como em Espanha, Inglaterra e Portugal, cujos primeiros lugares estão atribuídos, em regra, aos mesmos. Cá com a nuance, agravada, de o Championsmoney ter feito disparar dois do resto do campeonato, em Inglaterra (ou no PSG) é dinheiro alheio a equilibrar (City) como foi o Chelski (Roman).
Agora, não vejo onde cabe o Scolari e ainda me assusto cada vez que leio, para mais a despropósito, tal nome. Dá-me arrepios, tipo ver falar de Sócrates, Chulares, Chuchialismo, comunas enterrados no tempo e por aí fora.