sexta-feira, agosto 06, 2010

Pena máxima, por favor

Já sabemos qual é a base para a acusação de Queiroz no tal artigo. Sílvia Freches, do DN, novamente na vanguarda da informação:

"O DN sabe que a acusação de perturbação da acção dos responsáveis da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) é reforçada pelo testemunho de um dos médicos que visitaram a selecção na Covilhã. Quer no relatório feito pelo Instituto do Desporto de Portugal quer no processo de averiguações do Conselho de Disciplina, o médico afirmou que não acabou de preencher o relatório dos controlos efectuados no estágio, a 16 de Maio, porque ficou perturbado com as declarações de Carlos Queiroz."

Eu peço, não, não, exijo, pena máxima, ou seja 4 anos. Aliás, toda a gente sabe que quem fez a legislação anti-doping estava mesmo a pensar nestas situações inqualificáveis quando enquadrou a perturbação da acção dos responsáveis pelas recolhas. Nuno Ribeiro, ciclista, vencedor da última Volta a Portugal a quem foi retirado o título, foi castigado por 2 anos por uso comprovado de EPO. Queiroz, se for considerado culpado, incorre numa pena mínima de 2 anos.

Parece-me bem. O senhor não conseguiu acabar de preencher o relatório, porque Queiroz o obrigou a pensar na cona da mãe do chefe. Um pensamento tenebroso e incapacitante, presume-se.

master kodro

5 comentários:

Vitor Hugo disse...

"O senhor não conseguiu acabar de preencher o relatório, porque Queiroz o obrigou a pensar na cona da mãe do chefe. Um pensamento tenebroso e incapacitante, presume-se."

LOL

Zé Luís disse...

É só rir!...

Mr. Shankly disse...

"O senhor não conseguiu acabar de preencher o relatório, porque Queiroz o obrigou a pensar na cona da mãe do chefe. Um pensamento tenebroso e incapacitante, presume-se."

Se conhecesses a mãe do Horta sabias o quão incapacitante pode ser o pensamento. Não é o mesmo que pensar na cona da mãe do filho do César Peixoto.

Pedro Almeida disse...

Deixa lá não chores, depois vais dar um beijinho de despedida ao Queiróz na Portela quando ele embarcar para a sua ilha em Moçambique.

E pensar que tudo isto teria sido evitado se ele não se tivesse armado em parvo...

Zé Luís disse...

O Boronha também vai aproveitar esta deixa descuidadamente filtrada para puxar pela animosidade do que julga ser a maioria dos portugueses a vaticinar pelo despedimento do seleccionador.

Já agora, não é difícil, nem requer um curso, pensar na primeira parte da resposta de CQ à nota de culpa: não tem validade jurídica um processo disciplinar que reporta factos de há mais de 60 dias. Mas, prontos, isto é para fazer de todos parvos e eles preferem assim...