sábado, abril 25, 2009

Eleições Sporting

Se há coisa que surpreende, para além da ausência de candidatos formalizados, a seis semanas do sufrágio, é ver e ouvir José Roquette e Dias da Cunha como agentes do processo eleitoral no Sporting. Quando se é pai de um projecto imobiliário e empresarial totalmente falhado, no primeiro caso, e pai de um passivo assassino, no segundo, devia ter-se um bocadinho mais de decoro antes de opinar em público sobre a gestão futura do clube.

kovacevic

1 comentário:

leaoconselheiro disse...

Completamente de acordo.

No caso de Roquette (porque Dias da Cunha parece alinhar pela negação), creio que era até tempo de se explicar publicamente...