segunda-feira, dezembro 22, 2008

Benfica 0 x Nacional 0

Jornada estranhíssima, talvez só explicável à luz de fenómenos astrológicos (precisamos de ajuda, Galvão!). Os três grandes empataram em casa, 0-0, e com três contextos muito semelhantes: os adversários tiveram boas prestações, criaram algumas ocasiões, mas acabaram encostadinhos às cordas devido a uma ponta final muito conseguida dos visitados.

Tal como Sporting e Porto, o Benfica sofreu alguns calafrios, mas fez o suficiente para ganhar. Pena aquele lance aos 91 minutos, cuja explicação deverá também estar escrita nas estrelas. Pois através da razão é difícil compreender como é que um jogador deitado no chão, de olhos fechados e alheado do lance comete "mão" num alívio feito a menos de dois metros de distância. Decisão tanto mais curiosa quando vinda de Pedro Henriques, que permitiu entradas violentas durante todo o jogo (com Yebda a fazer de Binya) sem sanção alguma.

No resto, o filme do costume: enormes dificuldades no processo ofensivo; um fosso de 20 metros entre o meio-campo e a defesa; e uma cratera monstruosa no miolo encarnado, com um dos 442 mais estáticos que já encontrei na vida. Quique demora em dotar este Benfica de um estilo de jogo, cuja táctica varia entre o "Suazo/Reyes/Cardozo resolve" e o "pode ser que apareça um canto ou um livre". Para um líder é pouco, convenhanos.

katanec

78 comentários:

último! disse...

Não esquecer que o Benfica tem o Reyes, Aimar e Carlos Marins lesionado, isso também condiciona quase tanto como o Pedro Henriques principalmente pelo Reyes que cria muito jogo ofensivo.

galvao99 disse...

katanec,

isto nao tem nada a ver com fenomenos para-normais. É um caso tipico de pacto de não agressão natalício.

Grande jogo de bola, tal como já tinha acontecido no dragão, com parada e resposta constantes.

Há uns anos houve uma discussao em torno desta questao da bola na mao e mao na bola: na altura, curiosamente, até foi o SCP o prejudicado, e vingou a tese de que, se a bola bate na mao e se a sua equipa beneficia desse facto, é falta.

Mais do que qual tese vinga, interessava-me que vingasse uma e que essa se mantivesse como a correcta, para toda a gente.

Filipe disse...

Os dez primeiros todos juntos marcaram dois golos nesta jornada. Acho que isso diz tudo sobre o nosso campeonato.

Zé Luís disse...

"alheado do lance comete "mão" num alívio feito a menos de dois metros de distância".

Lance assim descrito só vi o da mão de Bruno China que o árbitro quis fazer como penálti e assim o Leixões não ganhou.

Desculpa, não vi o jogo desta noite, mas parece que mais ninguém viu outros jogos/resumos para além dos 3 grandes.

Mas só esse campeonato interessa, não é? Nós gostaríamos que fossem mais, mas contentamo-nos com os 3 do costume.

Quando é que olhamos para o resto?

Quando o resto joga de vez em quando em 3 ou 6 datas no ano.

master kodro disse...

Houve três jogos: um até ao intervalo com uma oportunidade para cada lado de bola parada; outro depois do intervalo com o contra-ataque do Nacional a fazer o que queria do meio-campo inexistente do Benfica; outro a partir da expulsão com o Benfica a encostar o Nacional às cordas.

É verdade, galvão. Sem falar do lance, mas da regra, eu continuo na minha. A regra escrita contém uma palavra clara que pressupõe intenção. Essa palavra clara foi extremamente contestada na altura. Aposto que vai haver cambalhotas. E concordo contigo: devia ser sempre da mesma única maneira. Enquanto quiserem (todos) discutir os lances e não a regra, vão acontecer coisas destas.

Filipe disse...

Pelo vistos o Nuno Gomes também foi expulso (sem ter dado por isso).

leaoconselheiro disse...

O problema, Mk, é que se verifica que "intenção" é vago.

99% dos casos de mão dentro da área o jogador não tem a "intenção" de meter a mão à bola (basta um pouco de bom senso e colocarmo-nos na posição de um jogador para se perceber que é um acto demasiado estúpido para se fazer intencionalmente - isto apesar de parecer no super slow motion).
No entanto, como diz o Galvão, um jogador pode, sem "intenção" tirar beneficios dos braços e mãos. Repara o caso de um remate à queima com o defesa a lançar-se no sentido da bola. O jogador nunca vai ter possibilidade de jogar "intencionalmente" a bola porque ela é rematada à queima. Mas ele pode lançar-se encolhido, evitando o contacto com os braços, ou de braços abertos, arriscando-se a cortar o lance com os braços, mesmo que nunca "intencionalmente", porque não vai ter tempo para isso.

Alguém deveria definir o critério. Eu tenho a minha opinião, mas nem todos os árbitros seguem o mesmo critério.

Já agora, segundo o critério que eu acho mais justo, é claro que não era caso para falta. Havia falta do Miguel Vitor antes (jogo perigoso) mas não foi isso que o árbitro assinalou.

Littbarski disse...

Essa do Benfica ter feito o suficiente para vencer também serve para o Nacional, que criou várias situações flagrantes de golo. Bastava ter convertido uma e tinha ganho. Fez, portanto, o suficiente para vencer o jogo. A questão que se coloca, quanto a mim, é se um clube que é candidato ao título, jogando em casa, se pode gabar de ter merecido vencer, tendo o adversário criado (e não convertido por mera falta de sorte) as melhores oportunidades de golo. Eu acho que não. Talvez seja uma questão de exigência. O caso do Sporting é diferente, pois foi um jogo de sentido único. As oportunidades de golo foram praticamente todas do Sporting e o melhor em campo foi o guarda-redes da Académica. Neste caso, acho que faz sentido dizer que o Sporting merecia ter ganho.

rui disse...

leaoconselheiro es a primeira pessoaa que viu a falta do miguel vitor...ate que enfim pensava que so eu é que tinha olhos na cara...e sim nao foi isso que o arbitro assinalou..e a questao da intenção é deveras um assunto complicado...mas o que se pode afirmar a partir da analise do lance é que os benfiquistas nao tem razao em reclamar que foi um golo limpo!nao acham??

Pedro disse...

Jogo perigoso do Miguel Victor???
Então o gajo é ensanduichado pelos jogadores do Nacional e é ele q faz falta!?!?!?!?!??

Este lance é um belo exemplo para exemplificar o q é mão e não é: Segundos antes do lance de Miguel Vitor há um cabeceamento de um jogador do Benfica em q a bola é cortada pelo braço de um jogador do Nacional. O jogador está de costas logo não há intenção mas ao estar de braços abertos tira vantagem, aumenta a área de acção do corpo logo existe falta. Miguel Vitor está no chão, de costas, com as mãos a proteger a cara e leva com a bola à queima roupa. Não há intenção nem aumento da área acção do corpo. Não há qqr falta.

rui disse...

lol...realmnt a clubit é mm cega...e é por causa disso que as pessoas nao conseguem ver a realidd...ve o lance novamnt...ja pareces o gajo do sporting d dia seguinte...a serio...fico tao triste por ler disparates desses....

http://www.youtube.com/watch?v=GbgrO52Yctk&feature=channel_page

João disse...

Esta cena do Miguel Vítor fez-me lembrar o Sá Pinto há três anos, que viu serem-lhe marcados penalties em dois ou três jogos quase seguidos por lances parecidos. Até provocou o tal comentário do Paulo Bento sobre jogadores manetas. Mas, como disse o Galvão, era bom que se criasse uma uniformidade de critérios nestes lances, para não haver suspeitas. Tal como, de resto, nos livres que podem ser marcados rapidamente e nos que precisam de barreira.

Littbarski disse...

Chama-se a isto ironia do destino. Como é que os benfiquistas que no dia anterior reclamaram penalty, por uma eventual bola na mão do Bruno Alves, vão defender agora que o golo do Cardozo é limpo?

Mr. Shankly disse...

"Mais do que qual tese vinga, interessava-me que vingasse uma e que essa se mantivesse como a correcta, para toda a gente."
Bem dito. Não faz sentido que na mesma jogada, com um segundo de diferença, duas acções iguais tenham decisões diferentes. Já nem falo de outros jogos.

Mr. Shankly disse...

Chama-se a isto ironia do destino. Como é que os portistas que no dia anterior disseram que uma eventual (eventual???) mão na bola do Bruno Alves não é penalty, vão defender agora que o golo do Cardozo não é limpo?

Littbarski disse...

A essa respondo-te já, shankly. Para mim é bola na mão. Nos dois lances.

Mr. Shankly disse...

Para mim também, littbarski.

rui disse...

e a falta do miguel vitor?!?!?!?porra será que anda tudo cego?...e a bola vai as costas do jgoador do nacional...é o que digo..ta tudo vesgo...vejam o carago do link...

JNF disse...

Falta do Miguel Vitor? Muahahahahah! Cura-te Rui

rui disse...

olha outro dias ferreira...

dragao arcuense disse...

Ironia das Ironias! É que o Benfica foi campeão 2004-2005 com "bolas na mão" como esta. Na altura não se queixavam. É também irónico os que disseram que o lance do Bruno Alves era mão na bola e agora já foi bola na mão. Bem como o lance em que o rolando que alguns dizem que é penalty mas quando no benfica-setubal, o Miguel Vitor deu um toque por trás na aréa no Leandro Branco e aí já não era penalty.
Concordo que tem que haver um critério uniformizado nestes lances, mas isto não tem volta a dar, depende sempre do critério do árbitro e cada um puxa para o que lhe convém.

leaoconselheiro disse...

Pedro,

o facto de ter dois jogadores do Nacional na jogada não interessa para nada (só é relevante para lances aéreos). A questão é que há um jogador do Nacional que está de frente para a bola e que a vai pontapear. O Miguel Vitor vem de trás e coloca o pé e coloca o pé na jogada quando o jogador já estava a pontapear. A prova de que é jogo perigoso é que o Miguel Vitor se lesionou por ter colocado em risco a sua própria integridade fisica. É uma falta clara quando visto o lance à posteriori.

Agora, mais uma vez, é verdade que não foi isso que o árbitro assinalou.

rui disse...

leaoconselheiro tentar fazer ver a realidade a kem nao ker ver é kuase impossviel...mas obgd por tentares...confesso que estas situaçoes fazem me perder a paciencia...juro que nunca pensei que as pessoas pudessem ser cegas..literalmente...mas (e so para dar um exemplo mais recente) depois da cena do dias ferreira a jurar a pes juntos que o caneira tinha dado com a chuteira no ombro e nao na cara fiquei parvo...isto pk pensava que o dias ferreira ate iria conseguir ver as coisas quando as provas (imagens) estao la...mas se um homem inteligente e sensato fica cego que dizer dos restantes...!?!?!??!

Hugo disse...

Quando o P.Henriques assinalou mão de um defesa do Boavista num ressalto de bola em 2004-2005 não se queixaram

cparis disse...

outro depois do intervalo com o contra-ataque do Nacional a fazer o que queria do meio-campo inexistente do Benfica;

Tenho dificuldades em classificar este "segundo jogo" desta forma. Aliás, foi nesta altura (min 63 e 64) que existiram as duas melhores ocasiões de golo do Benfica.

P.S. Se leres as declarações de Pedro Henriques sobre a regra vais ficar mais confuso:
Independentemente de se discutir se foi deliberado ou não, se foi intencional ou não, não tenho dúvidas em relação ao que vi no jogo, que é com a mão que ele inverte o sentido da trajectória da bola e a coloca nos pés do seu colega
;D

Mr. Blue disse...

Em relação ao lance polémico não podia estar mais de acordo com o que Pedro Henriques afirma:

«Aquilo de que não tenho dúvidas, no terreno de jogo, é que o jogador do Benfica, Miguel Vítor, no momento de rotação, toca com a mão na bola e faz com que a bola, que vinha numa trajectória contrária à da baliza, voltasse para o sentido da baliza. E é com a acção da mão que ele coloca a bola nos pés do avançado, que acaba por rematar e fazer o golo», explica Pedro Henriques, na Antena 1.

«Independentemente de se discutir se foi deliberado ou não, se foi intencional ou não, não tenho dúvidas em relação ao que vi no jogo, que é com a mão que ele inverte o sentido da trajectória da bola e a coloca nos pés do seu colega», reforça."

A meu ver, a questão essencial não a intencionalidade ou não da acção mas sim o beneficio que daí decorre.
Neste caso, e mesmo admitindo que a intencionalidade não existe, uma coisa é certa, se a bola não embatesse na mão de M Vítor teria saído da área do Nacional e, consequentemente, não teria sobrado para Cardozo. O beneficio parece-me evidente.

A questão da intencionalidade, quanto a mim, coloca-se quando o beneficio não é evidente.
Um exemplo: um cruzamento em que a bola embate no braço/mão de um defesa. Neste caso a intencionalidade conta porque o beneficio da acção não é evidente (podia estar um colega atrás livre para cortar a bola, ou não existir nenhum avançado em posição de receber o cruzamento).

Mas isto é a minha opinião, de sempre, e de um leigo que de arbitragem percebe apenas o que o futebol a que assiste, há mais de 25 anos, lhe permite perceber.

leaoconselheiro disse...

Pois é, Rui. Mas o Dias Ferreira também está lá mais para falar (e bem) da politica interna do Sporting do que pelas suas competencias tecnicas, seja em que ambito for.
De qualquer maneira, não sei porque é que o homem te faz tanta impressão. É prática comum. Ontem, por exemplo, o tipo da gravata azul deu um festival. Primeiro foi o lance do Bruno Alves que, segundo ele, era penalti mas que o árbitro, por azar, não podia ver. Só se esqueceu que a pessoa que estava provavelmente melhor colocada no estádio para ver o lance (melhor do qualquer camara) era o fiscal de linha. Depois foi aquela hilariante conversa da agressão a Rolando. Disse, cheio de razão e ainda com critica indignada pela ignorancia do comentador que estava a fazer o jogo, que mesmo com a bola parada, dava lugar a penalti. Acaba por lhe servir a própria carapuça porque quem não sabe a regra é ele.

Enfim... não vale a pena dar muita importância a coisas que não a têm

master kodro disse...

Tens dificuldades cparis? Então, depois do intervalo, aconteceu isto, relatado pelo Record:

55' - Outra vez o Nacional com muito perigo. Grande passe a isolar na direita Patacas, que cruza para o corte de cabeça de Maxi Pereira, a chegar primeiro que Mateus.

53' - Moreira evita o primeiro. Opôs-se bem ao remate de Nené, após um grande passe de Ruben Micael.

52' - Mateus foge com perigo pela esquerda mas cruza muito largo.

51' - "Slalom" de Di María na área pelo lado esquerdo. Ganha apenas pontapé de canto.

50' - Contra-ataque muito perigoso do Nacional, lançado pelo guarda-redes. Edson cruza da direita e Ruben Micael remata ao lado. É o segundo aviso madeirense.

49' - Jorge Ribeiro cruza e Suazo, muito policiado, remata fraco, fácil para Bracalli.

47' - Yebda vê o CARTÃO AMARELO.

46' - Incrível! O Nacional perto do golo. Edson isola-se na direita e remata cruzado, com a bola a tocar em Moreira e no poste e a ficar em cima da linha. Maxi afasta contra um molho de jogadores e é Yebda que afasta pela linha de fundo antes que Mateus chegasse.

Foi um período de 10 minutos de domínio completo com três grandes oportunidades de golo. Semelhante ao que o Benfica teve no fim (10 minutos após a expulsão de Alonso), com mais um e com direito a uma grande oportunidade de golo do Nacional.

Ainda estás com dificuldades?

dragao arcuense disse...

Relativamente a uma assistência para golo não sei como funciona, mas no caso de um golo ser marcado com mão mesmo que não seja intencional deve ser anulado (Apenas em caso de auto-golo é que não é assim, esta regra esteve em vigor à 4 anos, agora não sei se continua assim).
Se o Pedro Henriques considerasse mão na bola, estaria a ser coerente com o lance preconizado na última jornada de 2004-2005, tal como disse o Hugo.

P.S. - Alguém sabe onde posso encontrar as regras de arbitragem, é que nesta matéria cada vez mais percebo menos.

jaho disse...

E fica toda a gente a falar no mesmo e ninguém fala na pisadela do Yebda, nem da entrada por trás do Katsoranis no Nené, que nem falta foi (bola, bola, disse o árbitro). Foi uma roubalheira. Roubaram os calimeros.

Filipe disse...

MK, mas dos 55 até aos 65 o Benfica teve também um período de domínio com várias oportunidades (incluindo uma perdida incrível do Amorim e uma grande defesa do guarda redes do Nacional).

Embora o Nacional tenha recuado e conseguido equilibrar as coisas (até à expulsão) continuou com problemas nos flancos nos dez minutos que se seguiram (daí que me tenha surpreendido a entrada do Nuno Gomes, o jogo pedia era alguém na direita).

Não vou discutir essa questão da intencionalidade ou do benefício, isso é algo para especialistas na arbitragem. Agora não deixa de me espantar até que ponto as pessoas vão para encontrar ilegalidades na jogada.

Os 4 árbitros do Jogo, e nenhum deles morre de amores pelo Benfica, não viram nessa jogada a tal falta que o Leão conselheiro e o Rui dizem ter visto. O Coroado, anti-benfiquista dos sete costados, refere de facto uma falta, mas sobre o Miguel Vitor. Curem-se.

dragao arcuense disse...

Além do lance do Katsouranis e do Yebda, ainda há o primeiro amarelo ao Alonso que é mais que duvisoso.

Filipe disse...

"Relativamente a uma assistência para golo não sei como funciona, mas no caso de um golo ser marcado com mão mesmo que não seja intencional deve ser anulado"

Dragão arcuense, até pode fazer sentido, mas uma falta deveria pressupor um acto ilícito.

O Pedro Henriques parece isolado nesta questão. Mas estes gajos não discutem este tipo de situações nos cursos de formação?

rui disse...

mas leaoconselheiro é isso que me irrita...é que é de toda a parte...esta gente anda toda cega com a clubite...e depois surgem comentarios de um lado e outro...enfim... ;)

rui disse...

filipe esses senhores do Jogo nao são exemplo para ninguem....basta ver as analises que fazem jogo após jogo para mostrar a sua grande "categoria".O que lhes falta é bom senso futebolístico...Por isso, nao podes justificar uma coisa que se vê bem, cujas imagens temos, com a opinião (que é apenas o que a rubrica é, aquilo não é nehuma autoridade) de umas certas pessoas que não percebem muito daquilo (mais uma vez faço a afirmação com base nas barbaridades que escrevem).

BdB disse...

Epá, eu sinceramente para mim o golo foi péssimamente anulado. Esqueçam lá desvios de trajectória da bola ou vantagens que se tiram do lance. A porra da regra diz que é falta quando o jogador joga DELIBERADAMENTE a bola com a mão. DELIBERADAMENTE implica fazê-lo com dolo, ou seja, eu corto a bola com a mão para o adversário não a receber, ou sou uma besta e não percebi que estava sozinho e corto com a mão, ou tenho um adversário à minha frente e estou de braços abertos a ver se a bola me acerta em cheio nos braços.

Agora, se eu tou KO no chão e a porra da bola me acerta na mão, não é mão. Se sou o Bruno Alves e vou a correr, um gajo cruza a 2 metros de mim e a bola raspa-me no braço que tá num movimento normal de corrida, não é mão.

O Benfas ontem foi roubado, sem dúvida. Mas devo dizer com sinceridade que no meio daquela confusão toda, eu se fosse o árbitro também era capaz de marcar, porque a decisão é no instante e percebo que ele a tenha tomado. O que não invalida o golo ter sido terrivelmente mal anulado.

Já agora, foi impressão minha, ou o Nuno Gomes vai a correr na direcção do árbitro e dá-lhe um murro à la JVP? Foi o que me pareceu na confusão que se gerou a seguir, não se sim ou não, mas não vi de novo essa "molhada".

master kodro disse...

Filipe, dos 55 aos 65 o Benfica teve a oportunidade do Amorim e um canto perigoso. Não é nada comparável ao que aconteceu antes. Aliás, antes da expulsão, aos 79 minutos, o Benfica teve 3 oportunidades de golo, 2 delas de cabeça após bola parada. Tantas como o Nacional nos primeiros dez minutos da segunda parte.

BdB disse...

Aproveito para dizer que revi o lance, e de facto há falta do Miguel Victor sobre o defesa do Nacional anteriormente. Mas, com honestidade, isso não interessa, é um erro grave do árbitro porque não é por não ter visto a falta anterior que deve inventar uma a seguir.

Resumindo:
- bola na mão do jogador do Nacional não é nada
- falta de miguel vitor sobre jogador do nacional não sancionada
- assinalada mão de miguel vitor no chão sem ver a bola, sem razão

E só mais uma chamada de atenção, os benfiquistas que dizem que a 1ª mão do jogador do nacional é penalty, então não podem reclamar da falta seguinte assinalada a Miguel Vitor, em ambos os lances não há intenção.

Pedro Reis disse...

Uma nota positiva para a forma frontal como o árbitro já veio justificar as suas decisões: não se esconde nem inventa argumentos, fez a sua leitura do lance, decidiu e justificou a decisão!
Não o iliba no caso de um eventual erro, mas mostra que sabe cumprir o seu papel.

Já outros que quando ganham dizem que não falam de árbitros e quando não ganham parece que nem dormem... Grande coerência!

http://www.record.pt/noticia.asp?id=817009&idCanal=11

Pedro disse...

A questão é q o próprio Pedro Henriques se enterra na própria argumentação. Se ele diz q a intenção não conta mas sim o facto de abola se ter desviado então deveria ter assinalado PENALTY qd o braço do jogador do Nacional devia a bola após cabeceamento. Mesmo nas suas fuças, a dois metros dele sem qqr jogador a obstruir a visão.

Filipe disse...

Continuo a achar que o MVitor é que é derrubado, mas pronto essa até aceitaria.

Regras do jogo, nisto não há como ir à fonte.

Fifa (LAW 12 – FOULS AND MISCONDUCT)
A direct free kick is also awarded to the opposing team if a player commits any of the following three offences:

• holds an opponent
• spits at an opponent
• handles the ball deliberately (except for the goalkeeper within his
own penalty area)

Face a isto é muito grave que o PHenriques diga que não lhe interessa se é deliberado ou não.

Pedro Reis disse...

Não se enterra nem deixa de se enterrar, explica a sua decisão, concorde-se ou não...

Quem se enterra, melhor quem mente e pela voz do Joãozito Gabriel é o Benfica, relativamente à expulsão da Bailarina:

Pedro Henriques disse que o incidente ocorreu após o apito final, no túnel de acesso aos balneários: «Quando nos deslocamos para a cabine e viramos à esquerda, há um jogador do Benfica que nos ofende. As palavras proferidas fazem parte do relatório. Havia também um elemento à civil que, uma vez que não sabíamos quem era, pedimos para que fosse identificado.»

O Benfica, através do seu director de comunicação, acusou a equipa de arbitragem de não ter dado «qualquer explicação, quer ao clube quer ao atleta, dos motivos dessa expulsão». No entanto, Pedro Henriques conta que ele mesmo falou com Shéu Han: «Nós preenchemos um modelo em que se colocam as substituições, resultado final, advertências e expulsões. Esse documento foi dado ao delegado do Benfica, Shéu Han, para que fosse assinado. Quem fez essa entrega teve o cuidado de dizer que um jogador foi considerado expulso por palavras. O Shéu Han quis falar comigo e, por considerar tratar-se uma pessoa de bem e que respeito, aceitei, explicando-lhe que a expulsão foi por uso de linguagem imprópria. Trato todos com respeito e educação e espero ser tratado do mesmo modo. Houve conhecimento da acção no acto da assinatura. O elemento da equipa de arbitragem avisou o delegado do Benfica, para o caso de não reparar, e, a pedido, também falei com ele.»

JNF disse...

O que está (ou pelo menos deveria estar) em causa não é o facto de o Benfica ter jogado ou deixado de jogar bem. Não! O meu Benfica até pode jogar mal um jogo, um campeonato inteiro se for preciso, mas MERECE ganhar o jogo se mete uma bola que seja dentro da baliza do adversário sem qualquer tipo de infracção. Ponto final.

rui disse...

bdb quem fala assim não é gago!!! ;)

lolol só nao percebo como é que alguem pode dizer que o benfica foi roubado quando conclui que houve falta do miguel vitor...ou seja sim o arbitro teve mal, mas numa situaçao em que o benfica pode ter sido prejudicado de um erro do arbitro nasce de um outro erro do arbitro a favor do ebnfica...isto utdo para concluir que:

-PORRA POS BENFIQUISTAS PAREM DE DIZER QUE NESSE LANCE FORAM ROUBADOS!!!!

bem haja

rui disse...

bdb bem acho que escrevi o comentario antes de ler o seu ultimo...por isso as minhas desculpas

rui disse...

pedro e filipe:lol! já vi que sofrem mm de um caso de "dias ferreirismo..."; desculpem mas nao sei o que recomendar...e JNF faça um favor a si pp e vá ver o video ;)

Filipe disse...

Não rui, tu é que andas a querer à viva força encontrar uma falta qualquer do Benfica na jogada. Nem o Pedro Henriques nem nenhum dos árbitros que falaram sobre a jogada viu essa falta.

Quanto à outra jogada, o Pedro Henriques já deu a sua interpretação. O que temos aqui é um árbitro que não sabe as regras e que devia ir para a jarra. Não há razão para dramas.

Jorge disse...

O Filipe tem razao.
A unica falta em que a intencionalidade nao so e importante como necessaria e a "mao." Dizer que a intencionalidade nao interessa nesse caso e mostrar desconhecimento das regras, o tipo de desvio sofrido pela bola nao e relevante.

rui disse...

filipe plos vistos é normal quando um jogador pontapea outro...enfim...

sao os adeptos que temos...e se me disserem que o miguel vitor nao pontapea um jogador do nacional tamos mal...ai tamos tamos...

Filipe disse...

Já agora Rui, essa do diasferreirista... Eu já disse que se esse fosse o motivo invocado pelo árbitro até aceitava, embora fosse contra a minha opinião sobre a jogada. Mas o árbitro estava bem posicionado e ele também não viu falta.

Por outro lado, agora que o Pedro Henriques explicou a sua decisão, os organismos dos árbitros são obrigados a clarificar a coisa. Mais que vociferar contra o golo anulado gostava de saber quais são as recomendações dos árbitros nestes casos.

Filipe disse...

Rui?????????? Caramba, o Pedro Henriques ainda é pior do que pensava! Não vê uma agressão nas barbas deles. Estás a ser patético...

Virgílio Bernardino disse...

Alguém dúvida que, com aquele mesmíssimo lance mas na outra área e com as camisolas trocadas, a esta hora estavam 6M a reclamar penalty???

Lembram-se do jogo do penality do Jardel? Pois é! Na 1.ª parte há um remate à queima de um jogador do slb que bate na coxa do Beto e dps ressalta para o braço. Na repetição vê-se que o jogador leonino está de costas voltadas para o lance, logo era impossível ter intenção de cortar a bola deliberadamente, até pq esta qd atinge o braço ressalta da coxa… O que é q os senhores do Benfica defenderam na altura e continuam a defender ? Penalti clarissímo… Ontem numa situação semelhante com o Miguel Vítor já defendem o contrário…

Lembro-me ainda perfeitamente de um lance idêntico num jogo em Setúbal em que foi marcado penalty. Nesse caso o Sá Pinto estaria intencionalmente, com toda a certeza, a tentar evitar que um colega da sua equipa evitasse aliviar a bola da sua área!

Concordo que tem que se definir, de uma vez por todos, alguns critérios... O mesmo se passa com aqueles lances de golo que qd é o Barcelona contra o SCP contam, qd é o SCP - AAC já não contam. Com o mesmo denominador comum como prejudicado...

Boas Festas! Pró ano continua o forróbodó...

rui disse...

eu ate acho mt bem isso...para que depois os arbitros nao adnem cada um para seu lado...isso concordo a 100%

agora não me venham dizer que o benfica foi prejudicado nesse lance pk nao foi...é so isso que eu clamo.Que parem com a vitimizaçao nesse lance!

rui disse...

O arbitro nesse lance errou? concerteza!Errou pos dois lados?claro ke sim! E o 1º errou beneficiou kem? O benfica. Por isso parem já chega.

rui disse...

E se o pedro henriques não ve é pk nao ker ver...Nao vai ser ele a dizer: "Olhem enterrei me ainda mais neste lance do que queria...sou uma nodoa"

rui disse...

E sim viva o forróbodó! (isto vale o mesmo po jogo do porto...mt sinceramnt n percebo o pk da insurjeição dos portistas contra do arbitro...mas enfim...é o ke temos...)

dragao arcuense disse...

O Porto nem se insurjiu muito contra o árbitro. Fosse o Paulo Bento e estava o caldo entornado. Eu, pessoalmente, apenas crítico a grande visibilidade das agressões do Bruno Alves, e a pouca visibilidade dos "toques" dos cotovelos do Cardozo na cara do Rolando e da do Liedson ao Fucile.
De resto há dois lances duvidosos na área do porto e mais uma expulsão do Olberdam. Se são penaltys ou não depende da coerência e do critério de cada um, infelizmente.

rui disse...

ah filipe e eu nunca falei em agressão..o pontape do miguel vitor acontece quando ele tenta jogar a bola, o que equivale à marcação de uma falta.

cparis disse...

mk,

Desculpa, não sabia que o Alonso tinha sido expulso aos 55 minutos. É que dos 55 aos 79 (mais de 20 minutos) aconteceu isto:


74' - Maxi cruza da direita, a bola tabela no opsitor directo e vai direita para as mãos de Bracalli. Reclama-se pontapé de canto mas Pedro Henriques manda jogar.

73' - Livre directo. Cardozo atira contra a barreira.

72' - Cléber derruba Suazo à entrada da área. CARTÃO AMARELO.

67' - Ruben Micael desmarca Patacas na área, mas o lateral cruza directamente para as mãos de Morteira.

66' - Jorge Ribeiro quase que marca canto directo. Alonso afasta contra Katsouranis e a bola sai pela linha de fundo. Pontapé de baliza.

65' - Desentendimento entre Alonso e Patacas, com Di María a rematar por cima, com a bola ainda a bater num defesa. Pontapé de canto.

63' - Canto na esquerda para Jorge Ribeiro, com Luisão a cabecear para uma grande defesa de Bracalli.

61' - Grande perdida ´do Benfica. Katsouranis levanta, Suazo faz a assistência de cabeça e Ruben Amorim, na pequena área, remata por cima.

60' - Suazo não passa por Felipe Lopes, que era o último defesa dos madeirenses.

58' - Grande trabalho de Cardozo no lado direito, a centrar à procura de Suazo mas este é desarmado pelos centrais do Nacional.

Um "jogo", em que 1/3 domínio do Nacional e 2/3 domínio do SLB faz com que eu tenha dificuldades em perceber o que disseste. Mas isso sou eu, que prefiro matemática simples a estatística. A mesma matemática simples que me diz que houve duas grandes oportunidades de golo para cada lado neste período e que o guarda redes que mais brilhou foi o do Nacional.

joaoscp78 disse...

Se há falta, é sobre o Miguel Vitor nunca ao contrário.
Agora também opino que a mão é para marcar.
Não há intenção, está claro, mas tem ali um papel de mudar a trajectória da bola que é decisivo para o desenrolar do lançe.

leaoconselheiro disse...

Mk,

Caramba!!

Todos vimos que o Benfica fez uma grande exibição e que o Nacional apenas criou um outro lance de ligeiro perigo (muito ligeiro mesmo, nada de falhanços clamorosos sem ninguém na baliza, situações de 2 contra o guarda redes, ou ressaltos em cima da linha de golo). O Moreira controlou sempre a situação.

Eu próprio estava a ver o jogo e aos 60 minutos pensei... isto só dá Benfica!!

leaoconselheiro disse...

Já agora, João, não é isso que diz a regra. O Miguel Vitor é atingido mas o jogo perigoso é dele. É o mesmo principio do jogador que baixa a cabeça e leva um pontapé.

Zé Luís disse...

"questão essencial não a intencionalidade ou não da acção mas sim o beneficio que daí decorre".

Só hoje vi as imagens do lance, não segui o jogo.

Tal e qual como no fora-de-jogo posicional. Um ressalto ou um outro acaso do jogo não validam a posição de benefício que o jogador aproveita para marcar.

De resto, contra a desinformação própria deste director de descomunicação do clube a que já nos habituou a disparates constantes, o Pedro Henrique explicou tudo o que lhe é possível explicar. Tudo tal e qual ele viu e nós vimos que ele viu porque estava de frente para o lance. Foi pena não ter visto o pé em riste do Miguel Vítor, que devia ser sancionado. Quanto ao primeiro cabeceamento do Nuno Gomes contra o braço do central do Nacional, mais uma vez a coerência do árbitro está a salvo, porque a bola foi contra o jogador, que até virou a cara, e a bola não mudou muito significativamente a trajectória, logo era de seguir o lance.

Mas sobre estas coisas nem vale a pena falar, basta parar para ouvir quem fala e berra mais alto.

A curiosidade reside, agora, em saber quantos jogos Nuno Gomes será castigado, depois de poupado a expulsões por agressão frente ao FC Porto e P. Ferreira em jornadas consecutivas. E que insulto valerá x+1 jogos de suspensão.

Mistério é o homem à civil que foi identificado. Uma atrocidade destas não devia esperar-nos em vésperas de Natal.

Aquele túnel da Luz, esse sim, já tem fama que vem de longe.

Sobre a intencionalidade, ninguém a pode exprimir e sobre ela decidir de forma aceitável para todos. Já vimos tantas jogadas de mão na bola e bola na mão decididas de formas diferentes, umas mais encobertas e outras à descarada à vista de todos mas não sancionadas, que nem vale a pena também esperar que seja Paulo Bento a vir exclarecer a sua posição, sem Paixão...

pitons na boca disse...

A salganhada que para aqui já vai.
Até querem meter no mesmo saco a "mão intencional e ilegal" do M. Vitor e o "ressalto involuntário e de raspão" do B.Alves.

Num tendes bergonha, carago? :D

Diogo Sousa disse...

GALA MESTRES DO FUTEBOL, VOTEM:

http://mestresdofutebol.blogspot.com

david disse...

Os paineleiros que vieram aqui falar das palavras do Pedro Henriques que falem agora das palavras do Alder Dante.

Este lance foi incongruências atrás de incongruências, dizerem que há falta do MV é de bradar aos céus, até é ele quem toca na bola e é pontapeado 2 vezes, uma em Karate (do 34) e outra num pontapé dado pelo jogador que está de costas para a baliza.

PQP a estes antis todos.

a mão do (34) é involuntária, não há penalti nenhum, penalti há antes sobre o Nuno Gomes bem como uma falta do Miguel Victor sobre o Néné que se ia isolar, bem como um vermelho ao Néné por um pisão ao Miguel Victor bem como noutros lances que há em todos os jogos.

Filipe disse...

"ah filipe e eu nunca falei em agressão"

Desculpa lá então, quando disseste pontapear fiquei com a impressão de que querias dizer que o MVitor atingiu propositadamente o adversário.

Filipe disse...

CParis, eu estou algures entra a tua apreciação e a do MK. Só discordo do MK quando diz que o Nacional só deixou de ter a iniciativa depois da expulsão.

O Nacional fez uma entrada brilhante na segunda parte dirigindo o jogo para onde o Benfica tinha uma brecha. Mais que tentar impor o domínio de jogo foi explorar uma vulnerabilidade do adversário. Só não funcionou por acaso.

Claro que também se expôs, e o Benfica demorou a ver o buraco que o Nacional tinha nos flancos, obrigando então o Nacional a voltar para um tipo de jogo mais expectante. Dez minutos para acertar é demasiado tempo, mas a falta de jogadores como Reyes, Martins e Aimar explicam um pouco. Aquela equipa era quase toda só músculo.

Mas que aqueles dez minutos são a marca de um bom treinador lá isso são.

condor disse...

Se fosse golo anulado ao FCP estava
tudo bem,e o árbitro até era dos melhores árbitros da liga!O que os lampeões querem é atirar areia para os olhos do zé pagode,e com a ajuda desta comunicação social miserável nem é dificil!Portanto meus amigos vão por mim e passem um bom natal na
companhia daqueles de quem gostam!

master kodro disse...

Cparis, entre os 55 e os 79 (expulsão) o Benfica criou duas oportunidades, uma delas de canto. O Nacional criou 3-4 de bola corrida nos primeiros 10 minutos da segunda parte. Nem vale a pena discutir isto contigo.

Visigordo disse...

Oh David, vai dar mas é banho ao Rottweiler...
até podiam entrar 20 bolas, naquelas circunstancias nenhuma contaria. reclamam de tudo e todos, eu vi daquelas faltas a matar o jogo que contra o Nacional era tudo, a favor era preciso quase partir a perna (neste pormenor, conta o pormenor de o Miguel Victor já dever estar na rua, como, aliás, tu o reconheces quando dizes "falta do Miguel Victor sobre o Néné que se ia isolar". Há ainda o pormenor de o Yebda eo Katso também lhe poderem estar a fazer companhia)
Tenham vergonha, é sempre a mesma lenga-lenga.
Mete a viola no saco e deixem-se de lamúrias, o teu avatar é o vosso próximo emblema.
Se ficaste amuado, paciencia.
David, ouve o bilu te-te-ia que isso passa

cparis disse...

Sim, se viste o Nacional criar 3-4 (3 ou 4?, são assim tantas que não conseguiste contar o nº exacto?) e duas do SLB (61, 63 e 66 diz-me a que é menos clara do que as 3-4 do Nacional) tens toda a razão, não vale a pena discutir.

Abraço e que o novo ano te desintoxique um pouco.

PS. Filipe, a minha discordância com o mk é mesmo essa. O Nacional desapareceu ao minuto 55, tendo a expulsão sido o reflexo das dificuldades do Nacional em suster o volume do ataque do SLB. Manuel Machado percebeu isso e mexeu na equipa aos 70 e aos 76.

Ao mk, sabe-lhe melhor dizer que o volume ofensivo do SLB se deveu à superioridade numérica. Opções. :S

master kodro disse...

66? Isto?

"66' - Jorge Ribeiro quase que marca canto directo. Alonso afasta contra Katsouranis e a bola sai pela linha de fundo. Pontapé de baliza."

Esta foi a que escolhi não contar definitivamente, em que um jogador do Nacional ficou sem marcação na direita e o Mateus não rematou porque tentou ir com o pé em vez de ir com a cabeça:

"55' - Outra vez o Nacional com muito perigo. Grande passe a isolar na direita Patacas, que cruza para o corte de cabeça de Maxi Pereira, a chegar primeiro que Mateus."

Não foi um quase canto directo em que um defesa cortou a bola contra o Katsouranis.

david disse...

visigordo, cuidado com as filhós que qualquer dia rebentas rapaz.

Visigordo disse...

David, cuidado com o que cospes para o ar.
É que às vezes, pode cair-te em cima.
Bom Natal.

Visigordo disse...

David, cuidado com o que cospes para o ar.
É que às vezes, pode cair-te em cima.
Bom Natal.

rui disse...

filipe (9:16)

ficamos esclarecidos entao ;)

pitons na boca disse...

rui,

(esta é mais para o rui, que trouxe o resto da jogada à baila)

por acaso o Record de hoje apresenta um fotografia da jogada momentos antes do "pé em riste" do M.Vitor e só faz cair em descredito a visão do Pedro Heniques, porque contradiz-se no espaço de uma jogada.
Parece que logo aquando da marcação do canto, um defesa do Nacional toca a bola com o braço (com ou sem intencionalidade) "desviando-a" da sua trajectória. Ora, seguindo as palavras do próprio arbitro, porque razão não assinalou ele penalty ainda antes do tal "pé em riste" (que não sei se existiu ou não)?
Este pormenor foi mesmo só para contrariar. :)

Mas o que acho condenável nisto tudo não são pequenas infracções que ficam por assinalar, porque isso até é normal. Mas um arbitro que faz a interpretação da regra a seu bel-prazer (ou então não leu as regras como estão escritas) porque se está borrifando para a intencionalidade, um arbitro que assinala faltas que não existem em lances graves e decisivos (como acabou por ser caso) é que me deixa de pulga atrás da orelha sobre o que realmente se anda a passar pelos relvados/bastidores/casas de diversão nocturna deste país...